Um blog formado por profissionais que estudaram Tricoterapia Capilar (terapia capilar) numa Escola séria, que passaram por avaliações e foram aprovados. Somos associados a ATT-BR e a ONATRI-BR (Organização Nacional da Tricoterapia no Brasil). Somos legalizados na profissão, e trabalhamos com dignidade e respeito pela profissão e atendemos a população com profissionalismo e seriedade.
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É NOSSA RESPONSABILIDADE:
O Tricoterapeuta Capilar é um especialista em tratamento capilar e trabalha com pessoas com patologias capilares que estão muitas vezes desiludidas por passar por outros profissionais e também muitas vezes, ansiosas, depressivas ou com seu emocional abalado.
Por isto, o Tricoterapeuta legalizado passa por fiscalização, está sempre se atualizando através de congressos, simpósios, palestras e encontros.
Ele trabalha com ÉTICA e RESPONSABILIDADE, seguindo as normas da ATT-BR que é a Associação dos Profissionais Tricoterapeutas de Minas Gerais.
Tudo isto para atender seus clientes com eficácia e principalmente trazer SATISFAÇÃO e RESULTADO.
Ao procurar um Terapeuta Capilar dê preferência para um Tricoterapeuta Legalizado associado à ATT-BR.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Tratamento da alopecia androgenética feminina
quinta-feira, 7 de julho de 2011
VALE A PENA FICAR COM OS CABELOS LISOS E COM CANCER?
| Formol ou Formaldeído |
O formol ou formaldeído, solução a 37%, é um composto líquido claro com várias aplicações, sendo usado normalmente como preservativo, desinfetante e antisséptico. Também é usado para embalsamar peças de cadáveres, mas é útil também na confecção de seda artificial, celulose, tintas e corantes, soluções de ureia, tioureia, resinas melamínicas, vidros, espelhos e explosivos. O formol também pode ser utilizado para dar firmeza nos tecidos, na confecção de germicidas, fungicidas agrícolas, na confecção de borracha sintética e na coagulação da borracha natural. É empregado no endurecimento de gelatinas, albuminas e caseínas. É também usado na fabricação de drogas e pesticidas. Toxicidade O formol é tóxico quando ingerido, inalado ou quando entra em contato com a pele, por via intravenosa, intraperitoneal ou subcutânea. Em concentrações de 20 ppm (partes por milhão) no ar causa rapidamente irritação nos olhos. Sob a forma de gás é mais perigoso do que em estado de vapor. Carcinogenicidade (avaliação do potencial cancerígeno) Em quatro instituições internacionais de pesquisa foi comprovado o potencial carcinogênico do formaldeido.
Sintomas em caso de intoxicaçãoA inalação deste composto pode causar irritação nos olhos, nariz, mucosas e trato respiratório superior [036, 151, 301,406]. Em altas concentrações pode causar bronquite, pneumonia ou laringite [036,151]. Os sintomas mais freqüentes no caso de inalação são fortes dores de cabeça, tosse, falta de ar, vertigem, dificuldade para respirar e edema pulmonar [215]. O contato com o vapor ou com a solução pode deixar a pele esbranquiçada, áspera e causar forte sensação de anestesia e necrose na pele superficial. Longos períodos de exposição podem causar dermatite e hipersensibilidade, rachaduras na pele (ressecamento) e ulcerações principalmente entre os dedos; podem ainda causar conjuntivite [036,151]. O vapor de formaldeído irrita todas as partes do sistema respiratório superior e também afeta os olhos. A maioria dos indivíduos pode detectar o formol em concentrações tão baixas como 0.5 ppm e, conforme for aumentando a concentração até o atual limite de Exposição Máxima, a irritação se dá mais pronunciada. Medições das concentrações de formaldeído no ar em laboratórios de anatomia no ar têm apontado níveis entre 0,07 e 2,94 ppm (partes por milhão). Uma relação entre a concentração e os sintomas podem ser feitos: 0,1 a 0,3 ppm: menor nível no qual tem sido reportada irritação; 0,8 ppm: limiar para o odor (começa a sentir o cheiro); 1 a 2 ppm: limiar de irritação leve; 2 a 3 ppm: irritação dos olhos, nariz e garganta; 4 a 5 ppm: aumento da irritação de membranas mucosas e lacrimejação significativa; 10 a 20 ppm: lacrimejação abundante, severa sensação de queimação, tosse, podendo ser tolerada por apenas alguns minutos (15 a 16 ppm pode matar camundongos e coelhos após 10 horas de exposição; 50 a 100 ppm: causa danos severos em 5 a 10 minutos (exposição de camundongos a 700 ppm pode ser fatal em duas horas). A ingestão causa imediata e intensa dor na boca e faringe [151]. Provoca dores abdominais com náuseas, vômito e possível perda de consciência [036,151,301]. Outros sintomas como proteinúria, acidose, hematemesis, hematúria, anúria, vertigem, coma e morte por falência respiratória também podem ser observados [031]. Ocasionalmente pode ocorrer diarréia (com possibilidade de sangue nas fezes), pele pálida, fria e úmida, além de sinais de choque como dificuldade de micção, convulsões, e estupor. A ingestão também pode ocasionar inflamação e ulceração /coagulação com necrose na mucosa gastro-intestinal [151]. Também podem ser observadas lesões como corrosão no estômago e estrias esofágicas e colapso circulatório e nos rins após a ingestão. A inalação ou aspiração do produto pode provocar severas alterações pulmonares ao entrar em contato com o meio ácido estomacal [151]. Outras consequências são danos degenerativos no fígado, rins, coração e cérebro.[301, 455]. Intoxicação agudaNo estado líquido ou vapor é irritante para pele, olhos e mucosas. [036,151,301,406]. Também é um potente irritante do trato respiratório. É absorvido através da pele [169]. Pode causar lacrimejamento [455]. RecomendaçõesSegundo a OSHA, o limite máximo permitido de exposição contínua é de 5 ppm, sendo que, nos casos de pico, a concentração máxima deve ser de 10 ppm. A OSHA classificou o formol como irritante e com potencial cancerígeno. O Criteria Document publicado pelo Instituto Nacional de Saúde e Segurança Ocupacional dos EUA (NIOSH) recomenda que o limite máximo presente no ar seja de 0.1 ppm/15M e o uso de luvas e máscaras durante a manipulação do produto. A máscara deve ter filtro especial para vapores orgânicos. Informações adicionaisSendo um composto com suspeita de causar câncer em humanos, todo cuidado deve ser tomado durante a manipulação do formol. Deve ser estocado em temperatura ambiente, mas não inferior a 15º C (60 F). Deve ser protegido da luz e hermeticamente fechado para evitar contato com a atmosfera e com a luz. Em caso de derramamento deve-se usar papel absorvente para retirada do líquido. Deve-se retirar toda a roupa contaminada e colocá-la em recipiente adequado para ser descontaminação Caso tenha havido contato com a pele, deve-se lavar a superfície com sabão e água. Informações técnicas Nome químico:: formaldeído a 37% Fórmula química: CH2O Fórmula estrutural: H2C=O Sinônimos: formalina, formol, formalit, ivalon, Karsan, Lysoform, Oxometano, Oximetileno. Informações físicoquímicas Descrição: composto líquido claro Peso molecular: 30.03 Ponto de ebulição: 96 C [031,036] Solubilidade: água: >=100 mg/mL @ 20.5 C (RAD); DMSO : >=100 mg/mL @ 20.5 C (RAD); 95%; etanol : >=100 mg/mL @ 20.5 C (RAD); acetona : >=100 mg/mL @ 20.5 C (RAD) Volatilidade : pressão de vapor: 93.60 mm Hg @ 38 C (RAD) densidade do vapor: 1.0 [451] flamabilidade: Este composto tem seu flash point em 85 C0 (185 F) (058). É um composto combustível. pH: 2.8-4.0 [031] Reatividade O formol é um composto químico com enorme capacidade de redução, especialmente na presença de álcalis. É incompatível com amônia, álcalis, tanino, bissulfetos, preparações à base de ferro, prata, potássio e iodo. Reage com albumina, caseína, Agar-agar formando compostos insolúveis . É violentamente reativo com óxidos, nitrometano, carbonato de manganês e peróxidos. EstabilidadePode se transformar em nuvem especialmente em baixas temperaturas. Pode sofrer oxidação na presença do ar e da luz. |
FORMOL PODE CAUSAR CHOQUE ANAFILÁTICO
FORMOL: Verdades e Mentiras
Alisar e amaciar os cabelos é o sonho de toda mulher, que deseja estar sempre bela. Para alcançar esse objetivo as clientes não medem esforços, porém o sonho pode virar pesadelo. Por isso, todo cuidado é pouco para manter a beleza dos fios sem danificá-los.
Esta foi uma das razões que colocou a escova progressiva sob suspeita e contribuiu para que esse tratamento capilar fosse condenado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), por conter formol em concentrações elevadas, que associado com o calor do secador gera vapores de formol altamente penetrantes, causando danos à saúde.
Os profissionais cabeleireiros desconhecem o risco que estão correndo além da possibilidade de haver no salão pessoas com algum tipo de problema, como deficiência respiratória, hipersensibilidade ao formol, olhos que passaram recentemente por cirurgias etc., que poderão vir a sofrer graves conseqüências ao entrar em contato com esses vapores, inclusive um choque anafilático que pode levar à morte por asfixia.
O formol é tóxico quando ingerido, inalado ou quando entra em contato com a pele. Sob a forma de gás é mais perigoso e causa rapidamente irritação nos olhos. É considerado um agente potencialmente cancerígeno pela OMS (Organização Mundial da Saúde). A inalação pode causar dor de cabeça, tosse, falta de ar e vertigem, entre outros sintomas. Em contato com a pele, causa vermelhidão e sensação de dormência. Pode causar dor de garganta e visão embaçada.
A Anvisa regulamenta os produtos cosméticos com o único objetivo de proteger a saúde dos usuários, portanto, até que se prove o contrário, o formol em percentual elevado, acima de 0,2%, não deverá conseguir registro junto ao Ministério da Saúde. Os agentes de saúde não podem ser coniventes com os danos que este produto pode vir a causar em pessoas desavisadas.
Para tentar esclarecer melhor sobre o assunto, segue abaixo algumas dúvidas mais comuns dos profissionais cabeleireiros, enviadas à redação da Cabeleireiros.com.
O que é formol e porque as escovas progressivas com ele são condenadas?
O formol ou formaldeído é uma substância utilizada para a conservação de outras substâncias e até de tecidos, utilizado principalmente em biópsias para impedir a degradação antes da análise. Por ser facilmente absorvido pelas mucosas pode ocasionar problemas sérios para a saúde da cliente e do profissional cabeleireiro. Por isso a condenação do uso de formol na escova progressiva. Além de causar danos à saúde, danifica a cutícula dos cabelos, que é a parte mais externa dos fios, e deixa o córtex, a parte interna, bastante vulnerável ao ressecamento e perda da cor.
Qual a quantidade de formol liberada pela Anvisa?
A quantidade é de 0,2%, com a função de conservante.
Comenta-se que algumas empresas estão conseguindo o registro de escova progressiva com uso de formol. Isto é verdadeiro?
Não. Algumas empresas utilizam o ácido fórmico somente para estabilizar o pH dos seus produtos, o que é permitido pela Anvisa. Acontece que alguns cabeleireiros, inescrupulosamente, misturam a estes produtos quantidades elevadas de formol, para atingir o objetivo de uma escova progressiva, o que se torna proibido pela Anvisa.
É verdade que o fio de cabelo pode ficar endurecido após várias aplicações?
Sim. O formol solubiliza óleos e, portanto, dissolve o cimento intercelular e a membrana celular que envolve as fibras de queratina tornando-as desprotegidas. A ausência desses componentes oleosos torna os cabelos endurecidos, sem maleabilidade e sem brilho.
Quem já usou produtos com formol, o que pode/deve fazer para recuperar a fibra?
O ideal é que sejam feitas diversas sessões de hidratação e que se utilize uma linha de manutenção rica em proteínas e ativos emolientes e condicionantes.
Como o consumidor pode se prevenir para não ser enganado quando for ao salão de beleza fazer escova progressiva?
O cheiro de formol é inconfundível e os olhos lacrimejam, a garganta e as narinas ficam irritadas e muitas pessoas começam a tossir. Sob a ação do calor, os vapores de formol se formam imediatamente e ocupam todo o espaço do salão.
Constatamos que em alguns salões pessoas estavam misturando formol, queratina e cremes e aplicando nas clientes. Qual sua opinião?
A cliente não deve permitir que isso aconteça, pois além dos perigos já citados, o formol forma um filme vítreo sobre o fio de cabelo e a proteína fica retida na superfície sendo responsável pelo brilho imediato, porém, logo nas primeiras lavadas esse filme é removido e, com ele, todos os nutrientes que estavam aprisionados no filme formado pelo formol, restando apenas as fibras de queratina totalmente desprotegidas.
Fique por dentro, profissional cabeleireiro, das recomendações da Anvisa:
Escova Progressiva, os Alisantes e o Formol
Escova progressiva é um método de alisamento capilar, e atual modismo, como foi a Escova Francesa, o Alisamento Japonês, a Escova Definitiva etc. Os métodos mudam de nome, mas significam a mesma coisa: alisamento de cabelo.
Os métodos não são registrados na Anvisa. Os produtos alisantes nestes métodos devem ser registrados e existem diversas marcas e tipos no mercado que atendem a esta exigência.
Aos desavisados freqüentadores de salões de beleza o que pode parecer uma solução milagrosa, para pôr fim aos cabelos crespos, para a saúde é uma grande ameaça. Em relação às denúncias envolvendo os riscos de alisantes clandestinos, produzidos a partir de concentrações elevadas de formol, principalmente no Rio de Janeiro, a Anvisa alerta sobre a necessidade de o consumidor tomar alguns cuidados básicos na escolha e uso desses produtos, considerados de risco potencial, por conter substâncias tóxicas que exigem controle rigoroso.
Quando o produto não é registrado, sua composição não foi avaliada e pode conter substâncias proibidas, ou de uso restrito, em condições e concentrações inadequadas, ou não permitidas, acarretando riscos à saúde da população.
O uso de formol, ácido fórmico, em alisantes capilares é proibido pela Anvisa, por ser prejudicial à saúde. Este ácido pode causar alergias, irritação aos olhos, vermelhidão, lacrimação e dermatites.
A Anvisa tem recebido inúmeras denúncias de casos ocorridos pelo uso indevido de alisantes, que causam sérios danos à saúde, como queimaduras no couro cabeludo, queda parcial ou total dos cabelos, lesões na córnea, problemas no trato respiratório e até morte por choque anafilático.
Salões de beleza e cabeleireiros inescrupulosos estão utilizando produtos irregulares, adulterados, acrescentando formol aos produtos prontos para o uso. Esta “manipulação” é inadequada e irregular.
O consumidor, usuário de serviços desses estabelecimentos, deve ficar atento e procurar somente aqueles profissionais de sua confiança. Deve pedir todas as informações sobre o produto utilizado em seus cabelos. Lembre-se de que os alisantes têm algum cheiro, mas, o cheiro de formol é diferente por ser muito mais forte.
Os riscos do Formol:
Contato com a pele (couro cabeludo) - Tóxico. Causa irritação à pele, dor e queimaduras.
Contato com os olhos - Causa irritação, vermelhidão, dor, lacrimação e visão embaçada. Altas concentrações causam danos irreversíveis
Inalação - Pode causar câncer no aparelho respiratório. Pode causar dor de garganta, irritação do nariz, tosse, diminuição da freqüência respiratória, irritação e sensibilização do trato respiratório. Pode ainda causar graves ferimentos nas vias respiratórias, levando ao edema pulmonar e pneumonia. Fatal em altas concentrações.
Exposição crônica - A freqüente ou prolongada exposição pode causar hipersensibilidade, levando às dermatites. O contato repetido ou prolongado pode causar reação alérgica, debilitação da visão e aumento do fígado.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Efeitos adversos da coloração de cabelo
Os deuses e os heróis da antiga Grécia tinham cabelos loiros. Isso fazia que o homem comum quisesse também ter os cabelos claros, utilizando para isso abrasivos que às vezes causavam danos aos fios.
Os romanos eram fascinados por corantes capilares, e especula-se que eles tinham mais de 100 diferentes fórmulas que eram utilizadas para alterar a cor dos fios. O problema é que eles só conheciam tinturas que escureciam e não clareavam os cabelos, baseadas em castanhas, cascas de ovos, alho poró cozido e outros ingredientes naturais. Os primeiros homens saxônios tingiam os cabelos e a barba de azul, vermelho, verde ou laranja. Na época da rainha Elizabeth I, surgiu a moda dos cabelos laranja-avermelhados para homens e mulheres.
Em 1907, um cabeleireiro de Paris visitou a Escola de Engenharia Química da Sorbonne, na França, e pediu para que lá fosse desenvolvido um produto que pudesse ser usado para colorir cabelos. Sua solicitação teve resposta negativa, com o adendo de que esse tópico não era relevante para a sociedade. Mas, naquela ocasião, lá havia um aluno que percebeu a magnitude do problema e, um ano depois, fundou uma empresa que hoje é a maior do mundo em seu segmento. O nome dele era Eugène Schueller e a sua empresa chama-se L´Oréal!
O fato é que, em 1950, apenas 7% das mulheres norte-americanas coloriam os cabelos. Hoje, esse número passa de 80% e deve aumentar, à medida que as tinturas se firmam como agentes tratadores dos fios. Como as pessoas associam cabelos grisalhos à idade avançada, mais e mais homens e mulheres vão em busca desse tipo de procedimento.
Outra novidade é que a população asiática, que tem cabelo escuro monótono, a partir da década de 90 começou a procurar agentes clareadores como forma de destacar-se na multidão.
A coloração de cabelo envolve a utilização de substâncias químicas capazes de remover, substituir e, ou, encobrir pigmentos encontrados naturalmente no interior dos fios. O uso desses produtos químicos pode resultar em uma série de efeitos adversos, incluindo irritação na pele e alergia temporária, quebra de cabelo, descoloração da pele e resultados inesperados na cor do cabelo.
Além disso, há um debate em curso sobre as consequências mais graves, na área da saúde, com o uso da cor no cabelo, incluindo envenenamento por chumbo.
Os sintomas na pele podem incluir vermelhidão, feridas, prurido, sensação de ardor e desconforto. Se algum desses sintomas aparecer, o colorista de cabelo deve imediatamente remover a cor. Os sintomas nem sempre vão estar presentes na hora da primeira aplicação, porém podem surgir várias horas ou mesmo um dia após esse procedimento.
Para ajudar a evitar ou limitar as reações alérgicas relacionadas à maioria dos produtos de cor do cabelo, recomenda-se realizar um teste antes do uso do produto: misturar uma pequena quantidade de preparação da tintura e aplicá-la diretamente sobre a pele, deixando-a nesta durante 48 horas. Se a irritação persistir, os fabricantes recomendam ao cliente não utilizar o produto. Um teste de repetição na pele é recomendado antes do uso de cada processo de coloração, uma vez que as alergias podem desenvolver-se mesmo após anos de uso sem reação.
As reações adversas podem ocorrer em casa e no salão de cabeleireiro, pois produtos químicos similares são usados em ambas as configurações. Em alguns casos, reações alérgicas são causadas por derivados de anilina e ou p-fenilenodiamina (PPD).
Às vezes, o cabelo fica danificado por causa da exposição excessiva a produtos químicos. Isso resulta em cabelos secos, ásperos e frágeis. Em casos extremos, o cabelo pode ser tão danificado que se quebra completamente. Isso é especialmente verdadeiro para o cabelo afro, especialmente se o produto químico for utilizado em combinação com relaxantes. Tratamentos médicos podem estar disponíveis para cuidar dos fios, mas a melhor solução é parar o uso de produtos químicos até a recuperação do cabelo.
É aconselhável que, periodicamente, cabelos coloridos sejam intensamente condicionados e lavados, sendo esse condicionamento feito com produtos suaves projetados especificamente para cabelos tingidos. Isso ajudará a manter os cabelos intactos, e garantirá que a cor não desbote rapidamente.
As últimas notícias nessa área são muito boas. Não só a indústria está muito preocupada com a qualidade de seus produtos, como existe uma corrente na direção de qualificar as tinturas não só como cosméticos de embelezamento, mas também de tratamento para os cabelos.
O Tricoterapeuta Capilar qeu exerce a oprofissão de cabeleireiro trabalha sob nova ótica em relação à coloração capilar pois o mesmo interage com o produto químico, diminuindo sua agressividade, e preprar o cabelo antes da química e no pós química.
Antes ele consulta para ter certeza se o cabelo realmente pode passar pelo processo químico.
Um trabalho eficiente e completo.
Tricoterapia: a evolução da Terapia Capilar
terça-feira, 7 de junho de 2011
COMO O TRICOTERAPEUTA COM FORMAÇÃO EM PERSONAL HAIR TRATA RECUPERA OS CABELOS
segunda-feira, 6 de junho de 2011
TRICOTERAPIA DE IMUNIZAÇÃO DOS FIOS QUE RECUPERA O CABELO EM UMA APLICAÇÃO
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Umidade, umectantes e o cabelo
Os umectantes são ingredientes usados em produtos para pele e cabelo que visam promover a retenção da umidade. São sustâncias que atraem água da atmosfera para o local onde foram aplicadas, melhorando a retenção da umidade e minimizando a perda de água pela evaporação.
Estes ingredientes são usados em muitos produtos, especialmente aqueles projetados para cabelos secos e danificados.
Efeitos da umidade do ar no cabelo e nos umectantes:
As leis da termodinâmica tem influência diária em nosso cabelo. Há uma força motriz na natureza para que tudo esteja em equilíbrio. As moléculas que estão em uma área de alta concentração em comparação com uma área de baixa concentração tendem a se espalharem por igual, equilibrando o sistema.
Por exemplo, quando um cabelo seco está exposto a um ambiente muito úmido absorverá gradualmente moléculas de água do ar (área da concentração mais elevada) para o cabelo (área da mais baixa concentração). O cabelo cacheado é especialmente suscetível a este tipo de difusão porque é naturalmente mais poroso do que o cabelo liso.
O cabelo exposto ao ar muito seco e sem proteção pode perder sua umidade e desenvolver uma textura desagradável tornando-se seco, volumoso e frizado. Igualmente pode criar até pontas duplas. Inversamente, a exposição desprotegida a umidade excessiva podem inchar o fio, fazendo com que as cutículas no exterior do cabelo abram desordenadamente e dando ao cabelo uma textura grosseira e desagradável. Claramente, nenhum dos dois efeitos é desejável.
Umidade Baixa:
Baixas condições de umidade do ar como no clima muito seco onde não há nenhuma quantidade apreciável de água no ar para que o umectante a atraia à superfície do cabelo. Neste tipo de clima o melhor que se pode esperar da maioria dos umectantes tradicionais é que impeçam a evaporação da água do cabelo para o ambiente. Também, sob estas circunstâncias, há risco do umectante absorver a própria umidade do cabelo, agravando ainda mais o problema de ressecamento que ele deveria evitar.
NÓS TRICOTERAPEUTAS TRABALHAMOS COM UM UMECTANTE INTELIGENTE QUE CONSEGUE DEVOLVER A UMIDADE NECESSARIA PARA AQUELE TIPO DE CABELO E NÃO DEIXA RESÍDUOS. CHAM-SE H2OX. QUEM TEM CABELO CACHEADO E USA NÃO FICA SEM O PRODUTO. UM TRICOTERAPICO DE EXCELENTE QUALIDADE E MUITO VENDIDO.
TRICOTERAPIA, UMA EVOLUÇÃO DA TERAPIA CAPILAR
segunda-feira, 30 de maio de 2011
A TRICOTERAPIA E O USO DE TRICOTERAPICOS NATURAIS
quarta-feira, 25 de maio de 2011
UMA EVOLUÇÃO NA TRICOTERAPIA- NOVO TRICOTERÁPICO
Acredita-se que as suas propriedades homoestáticas são devidas às trocas energéticas, iônicas e radiônicas exercidas pelos elétrons livres, existentes nos minerais de sua composição, tais como: manganês, magnésio, alumínio, ferro, sílica, titânio, cobre, zinco, cálcio, fósforo, potássio, boro, selênio, lítio, níquel, sódio e outros.
Os efeitos desde novo tricoterapico que tem em sua formulação uma argila bioionizável e também mel, óleo essencial de hortelã e ervas medicinais tem a seguinte ação terapêutica nos cabelos:
a. Troca de energia com a área capilar afetada: quando aplicada externamente na região o fitoargilan é capaz de absorver a energia perniciosa acumulada na área doente e transmitir sua energia de elevada qualidade vital. Assim, uma compressa fria de argila alivia a região em que foi aplicada e torna-se quente, pois absorve o calor da região doente. Nos casos de alopécia androgenética, alopécia areata, dermatite seborréica, o aquecimento da compressa é intenso. Isso se deve à passagem das energias malsãs do cabelo doente para a compressa, que funciona como uma espécie de "mata-borrão" energético, ao mesmo tempo que fornece energia de boa qualidade.
Equilíbrio térmico: o equilíbrio de temperatura ocorre graças ao efeito dissipador de calor produzido pela compressa de argila fria. Esse efeito é bem conhecido na hidroterapia.
b. Ação vitalizante: esse efeito é mais claro no uso interno do Fitoargilan, que devido aos seus princípios ativos ao cabelo doente que fica mais saudável e dinâmico.
c. Ação anti-radiativa: a capacidade anti-radiativa da argila foi recentemente descoberta, graças à observação de que objetos contaminados por radiatividade, ao entrarem em contato com a lama, perdem a radiação em pouco tempo. Por isto, o Fitoargilan tem a capacidade de absorver energias estranhas ao couro cabeludo.
A ARGILA têm suas propriedades homeostáticas que realizam trocas energéticas, iônicas e radiônicas exercidas pelos elétrons livres, existentes nos minerais de sua composição,como: manganês, magnésio, alumínio, ferro, sílica, titânio, cobre, zinco, cálcio, fósforo, potássio, boro, selênio, lítio, níquel, sódio e outros.
O Fitoargilan é uma das mais acessíveis fontes de cura. Limpa e desintoxica o organismo através de trocas magnéticas, devido a sua composição similar a do corpo humano. Os principais efeitos obtidos com o Fitoargilan é a ação ativadora da circulação sangüínea, a ação desintoxicante do couro cabeludo e a ação microabrasiva.
Existe um outro motivo muito mais importante para que a FItoargilan constitua um agente terapêutico de uso efetivo na terapia capilar: a energia que ele contém.
Outro aspecto interessante é que o Fitoargilan tem uma "inteligência" em relação ao trabalho necessário, seja sedar, tonificar, estimular ou absorver, além de potencializar o sistema imunológico e não ser tóxica.
A argila em si consiste em uma pilha de plaquetas que são eletricamente ligadas. São 3 camadas empilhadas:
• Dióxido de silício;
• Óxido de magnésio ou alumínio
• Dióxido de silício.
A plaqueta do Fitoargilan reage como um dipolo, e as diferentes partículas se redistribuem, dependendo das cargas elétricas que incentivam contato entre a superfície lateral e a superfície superior.
Outras propriedades da Fitoargilan:
- Bactericida – Mata fungos, bactérias e parasitos com o ptirosporum ovale e demodex foliculorum, eliminando, assim, qualquer infecção.
- Refrescante – Retém calor muito rapidamente, absorvendo o que chamamos de FEBRE INTERNA, descongestionando os couro cabeludo e eliminado dores e mal-estar em geral.
- Cicatrizante – Cicatriza não só feridas, como também queimaduras, muitas vezes eliminando completamente as cicatrizes.
- Calmante, desinfetante – Permite o equilíbrio total dos cabelos e couro cabeludo.
- Favorece a reprodução celular integral afinando e clareando a pele do couro cabeludo.
- Estimula a circulação sangüínea e linfática.
- Efeito depurativo dos tecidos por absorção de toxinas.
- Estimula a atividade orgânica da pele (promove aquecimento)
- Promove a reconstituição do tecido.
- Estimula as funções orgânicas.
- Tem efeito calmante e destrói bactérias.
- Combate inflamação e edema.
- Ajuda melhorar a aparência estética da pele, pela ação cicatrizante e regeneradora.
- Melhora a microcirculação, irrigando o panículo adiposo.
- Aumenta a oxigenação, a nutrição e a taxa de ATP, que elimina os restos metabólicos e acelera a reprodução de colágeno, elastina e reticulina.
- Promove a lipólise (quebra das moléculas de gordura).
- Diminui a taxa de água acumulada nos adipócitos.
- O oligoelemento magnésio promove o equilíbrio mineral e catalisador do couro cabeludo, elimina toxinas, ácido úrico e o déficit dos rins que provocam edemas.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Cientistas estudam pílula para alisar os cabelos
Segundo cientistas australianos,a descoberta do gene responsável pelos cabelos encaracolados vai possibilitar pesquisas para produzir cabelos lisos ou cacheados por meio de uma pílula.
Além disso, será possível até descobrir o tipo de cabelo que o bebe terá, antes mesmo dele nascer.
A descoberta foi feita por pesquisadores do Instituto de Pesquisa Médica Queensland (QIMR), na Austrália, e aparece na última edição da revista American Journal of Human Genetics.
Eles compararam 5 mil gêmeos e perceberam que a variam entre irmãos era sempre a mesma, quando um tinha cabelo liso e o outro encaracolado.
Segundo o professor e coordenador da pesquisa Rick Martin, em entrevista ao site Daily Mail, a primeira aplicação da descoberta será no trabalho da policia, em que por meio de materiais colhidos, será possível identificar como é o cabelo do suspeito.
Segundo Martin, ele vai se reunir com uma empresa de cosméticos para falar sobre os próximos passos que envolvem a descoberta da pílula que promete tratar os cabelos para que se tornem lisos e vice-versa.
Enquanto a pílula para alisar as madeixas não virá realidade, as mulheres devem ter muita atenção na hora de alisar os fios, pois o calor da chapinha e do secador danifica os fios que podem ser protegidos com queratina.
Ainda assim, também não há proteção total.
LINGUAGEM USADA POR TRICOTERAPEUTAS CAPILARES: ALOPÉCIA, ALOPECIA
HOJE VOCÊS VÃO ENTENDER MELHOR A DEFINIÇÃO DE ALOPÉCIA.
O termo alopécia provém do grego alopexia, de alópex, raposa, através do latim alopecia.
A raposa apresenta com freqüência queda de pêlos, ou como um fenômeno natural, ou em decorrência de enfermidade, o que é mais comum em animais velhos.
O emprego do termo para expressar queda generalizada ou localizada de cabelos, barba e outros pêlos do homem, é bem antiga, datando dos tempos hipocráticos, e resultou, possivelmente, da comparação do aspecto das pessoas com o das raposas desprovidas de pêlos.
Há referência à alopécia em trabalhos de Galeno, que a comparou à doença das velhas raposas. Plinius empregou alopecis, referindo-se à cauda da raposa e Celsus denominou alopecia area uma superfície lisa, sem pêlos.
Para a incorporação definitiva do vocábulo à medicina oficial muito contribuiu Ambroise Paré. É de sua autoria o seguinte trecho, recopilado e traduzido por Pedro Pinto: "A alopécia é queda dos pêlos da cabeça e algumas vezes de supercílio, da barba e de outras partes..." "Assim a chamaram os médicos como doença das raposas, por que são estas sujeitas a tal depilação".
A denominação de alopecia areata, dada a uma das formas de alopécia, é atribuída a Sauvages e data de 1763.
A palavra alopecia, em português, deve ser proparoxítona (alopécia) ou paroxítona (alopecía)?
O sufixo -ia tem sido motivo de constantes desacordos em terminologia médica.
Embora seja de uso corrente entre os médicos a pronúncia alopecia, há vozes discordantes entre os lexicógrafos que defendem a forma alopécia (proparoxítona).
Adotam a forma paroxítona os dicionários de Aulete, Nascentes , Michaelis, Houaiss, e o Vocabulário Ortográfico da Academia BrasileiradeLetras.Registram alopécia (proparoxítona) os léxicos de Domingos Vieira , Adolfo Coelho e Silveira Bueno. Este último autor assim justifica a prosódia adotada: "A origem grega exige a acentuação paroxítona alopecía. Mas o latim alopecia autoriza a acentuação proparoxítona".Aurélio Ferreira consigna as duas formas, mencionando que a forma alopécia é a mais usada.[
O'Reilly de Sousa adverte que "a verdadeira prosódia é a do i breve, de acordo com o étimo. Entretanto, em virtude de uma convenção, segundo a qual a bem da regularidade da língua, acompanhando a sua própria índole e respeitando leis de analogia, recebem acento tônico os derivados de raiz grega que significam moléstia ou defeito físico, ainda que o i originário seja breve (V. Ramiz Galvão: Vocabulário Etimológico, Ortográfico e Prosódico das Palavras Portuguesas derivadas da Língua Grega), temos a prosódia alopecia (com i longo) consignada por Nascentes e Figueiredo".
A uniformidade prosódica sugerida pelo grande helenista, que foi Ramiz Galvão, para as palavras terminadas com o sufixo grego -ia, não é compartilhada por outros estudiosos da língua portuguesa, como Rebelo Gonçalves, que assim se expressou sobre esta questão:
"Se fôssemos pensar na regra exata, a regra seria precisamente respeitar um princípio que se impõe, na nossa língua, a toda reprodução de palavras gregas ou formação de palavras novas por meio de elementos helênicos: seguir a acentuação exigida pela forma latina intermediária, quer dizer, a acentuação de uma forma verdadeira ou apenas suposta teoricamente, pois ao latim manda a filologia recorrer como base prosódica dos nossos helenismos. Iríamos, porém, longe demais, se o fizéssemos nessa categoria de palavras terminadas em ia".
Torna-se evidente que devemos respeitar a forma paroxítona em termos formados diretamente do grego, e que o uso consagrou; porém, na vigência de formas paralelas, como no caso de alopecia, devemos nos inclinar para a forma proparoxítona da prosódia latina, considerando, sobretudo, que o termo nos veio através do latim.
Na Nomenclatura Dermatológica, de Francisco Rebelo, encontra-se a forma alopécia, muito embora a preferência dos dermatologistas seja para alopecia, na proporção de 4:1 dos artigos indexados pela BIREME.







