Nosso Brasão

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É NOSSO DEVER:
Todo profissional Tricoterapeuta Capilar legalizado na profissão deve exercer a profissão com zelo, diligência e honestidade, assertividade, observada as normas da associação e resguardados os interesses de seus clientes e/ou empregadores, sem prejuízo da dignidade e independência profissionais. Zelar e trabalhar pelo perfeito desempenho ético da Tricoterapia e pelo prestígio e bom conceito da profissão. A Tricoterapia capilar é uma evolução da terapia capilar e efetiva em trazer resultados. Necessita de Tricoterapeutas Capilares de nível educacional, ético e alto gabarito.

É NOSSA RESPONSABILIDADE:
O Tricoterapeuta Capilar é um especialista em tratamento capilar e trabalha com pessoas com patologias capilares que estão muitas vezes desiludidas por passar por outros profissionais e também muitas vezes, ansiosas, depressivas ou com seu emocional abalado.
Por isto, o Tricoterapeuta legalizado passa por fiscalização, está sempre se atualizando através de congressos, simpósios, palestras e encontros.
Ele trabalha com ÉTICA e RESPONSABILIDADE, seguindo as normas da ATT-BR que é a Associação dos Profissionais Tricoterapeutas de Minas Gerais.
Tudo isto para atender seus clientes com eficácia e principalmente trazer SATISFAÇÃO e RESULTADO.
Ao procurar um Terapeuta Capilar dê preferência para um Tricoterapeuta Legalizado associado à ATT-BR.

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

CURSO DE TRICOTERAPIA CAPILAR


MATRÍCULAS ABERTAS!

ESTUDO INTRODUTÓRIO: INÍCIO IMEDIATO

PRÓXIMA TURMA DE AULAS PRESENCIAIS TEÓRICO-PRÁTICAS JANEIRO 2017

LOCAL: SÃO LUÍS/MA

terça-feira, 28 de junho de 2011

Efeitos adversos da coloração de cabelo


Os deuses e os heróis da antiga Grécia tinham cabelos loiros. Isso fazia que o homem comum quisesse também ter os cabelos claros, utilizando para isso abrasivos que às vezes causavam danos aos fios.

Os romanos eram fascinados por corantes capilares, e especula-se que eles tinham mais de 100 diferentes fórmulas que eram utilizadas para alterar a cor dos fios. O problema é que eles só conheciam tinturas que escureciam e não clareavam os cabelos, baseadas em castanhas, cascas de ovos, alho poró cozido e outros ingredientes naturais. Os primeiros homens saxônios tingiam os cabelos e a barba de azul, vermelho, verde ou laranja. Na época da rainha Elizabeth I, surgiu a moda dos cabelos laranja-avermelhados para homens e mulheres.

Em 1907, um cabeleireiro de Paris visitou a Escola de Engenharia Química da Sorbonne, na França, e pediu para que lá fosse desenvolvido um produto que pudesse ser usado para colorir cabelos. Sua solicitação teve resposta negativa, com o adendo de que esse tópico não era relevante para a sociedade. Mas, naquela ocasião, lá havia um aluno que percebeu a magnitude do problema e, um ano depois, fundou uma empresa que hoje é a maior do mundo em seu segmento. O nome dele era Eugène Schueller e a sua empresa chama-se L´Oréal!

O fato é que, em 1950, apenas 7% das mulheres norte-americanas coloriam os cabelos. Hoje, esse número passa de 80% e deve aumentar, à medida que as tinturas se firmam como agentes tratadores dos fios. Como as pessoas associam cabelos grisalhos à idade avançada, mais e mais homens e mulheres vão em busca desse tipo de procedimento.

Outra novidade é que a população asiática, que tem cabelo escuro monótono, a partir da década de 90 começou a procurar agentes clareadores como forma de destacar-se na multidão.

A coloração de cabelo envolve a utilização de substâncias químicas capazes de remover, substituir e, ou, encobrir pigmentos encontrados naturalmente no interior dos fios. O uso desses produtos químicos pode resultar em uma série de efeitos adversos, incluindo irritação na pele e alergia temporária, quebra de cabelo, descoloração da pele e resultados inesperados na cor do cabelo.

Além disso, há um debate em curso sobre as consequências mais graves, na área da saúde, com o uso da cor no cabelo, incluindo envenenamento por chumbo.

Os sintomas na pele podem incluir vermelhidão, feridas, prurido, sensação de ardor e desconforto. Se algum desses sintomas aparecer, o colorista de cabelo deve imediatamente remover a cor. Os sintomas nem sempre vão estar presentes na hora da primeira aplicação, porém podem surgir várias horas ou mesmo um dia após esse procedimento.
Para ajudar a evitar ou limitar as reações alérgicas relacionadas à maioria dos produtos de cor do cabelo, recomenda-se realizar um teste antes do uso do produto: misturar uma pequena quantidade de preparação da tintura e aplicá-la diretamente sobre a pele, deixando-a nesta durante 48 horas. Se a irritação persistir, os fabricantes recomendam ao cliente não utilizar o produto. Um teste de repetição na pele é recomendado antes do uso de cada processo de coloração, uma vez que as alergias podem desenvolver-se mesmo após anos de uso sem reação.

As reações adversas podem ocorrer em casa e no salão de cabeleireiro, pois produtos químicos similares são usados em ambas as configurações. Em alguns casos, reações alérgicas são causadas por derivados de anilina e ou p-fenilenodiamina (PPD).

Às vezes, o cabelo fica danificado por causa da exposição excessiva a produtos químicos. Isso resulta em cabelos secos, ásperos e frágeis. Em casos extremos, o cabelo pode ser tão danificado que se quebra completamente. Isso é especialmente verdadeiro para o cabelo afro, especialmente se o produto químico for utilizado em combinação com relaxantes. Tratamentos médicos podem estar disponíveis para cuidar dos fios, mas a melhor solução é parar o uso de produtos químicos até a recuperação do cabelo.
É aconselhável que, periodicamente, cabelos coloridos sejam intensamente condicionados e lavados, sendo esse condicionamento feito com produtos suaves projetados especificamente para cabelos tingidos. Isso ajudará a manter os cabelos intactos, e garantirá que a cor não desbote rapidamente.

As últimas notícias nessa área são muito boas. Não só a indústria está muito preocupada com a qualidade de seus produtos, como existe uma corrente na direção de qualificar as tinturas não só como cosméticos de embelezamento, mas também de tratamento para os cabelos.

O Tricoterapeuta Capilar qeu exerce a oprofissão de cabeleireiro trabalha sob nova ótica em relação à coloração capilar pois o mesmo interage com o produto químico, diminuindo sua agressividade, e preprar o cabelo antes da química e no pós química.
Antes ele consulta para ter certeza se o cabelo realmente pode passar pelo processo químico.
Um trabalho eficiente e completo.


Tricoterapia: a evolução da Terapia Capilar

terça-feira, 24 de maio de 2011

O leite de soja causa queda de cabelos, afina os fios e diminui a pigmentação natural



O leite de soja é muito consumido por brasileiros, especialmente as mulheres, pois é rico em cálcio e vitamina E, reforça as defesas do organismo. Faz bem ao fígado e à pressão arterial. Fortalece dentes e ossos, prevenindo ainda a osteoporose. Quem tem problemas nos rins, não deve tomar.Auxilia na redução da pressão arterial e evita a formação de pedras nos rins. Inclusive o mesmo é usado na coqueluche do momento: a ração humana.

Mas, muito cuidado, se você sofre de queda de cabelo ou calvície!!!!!!
O leite de soja é considerado um excelente alimento para a saúde do ser humano. Mas quando se trata de cabelo a situação é inversa. A bebida, além de reduzir o crescimento, deixa os fios mais finos. Foi realizado um tratabalho científico realizado por pesquisadores de New Jersey, nos Estados Unidos e descobriu-se que:
  • ·         o consumo de leite de soja causa impacto  negativo no crescimento dos cabelos, ou seja, diminui o crescimento dos cabelos;
  • ·         o leite de soja atrofia o bulbo capilar;
  • ·         os fios diminuem o seu diâmetro ficando finos e fracos;
  • ·         o leite de soja também interfere negativamente na pigmentação dos cabelos.


Nós, Tricoterapeutas, temos que ficar atentos a este fato e principalmente orientar os nossos tricopacientes em relação a ingestão deste alimento.

Patologias ou doenças capilares



Primeiro vamos entender o que significa a palavra patologia.
Patologia (derivado do grego pathos, sofrimento, doença, e logia, ciência, estudo) é o estudo das doenças em geral sob aspectos determinados. Ela envolve tanto a ciência básica quanto a prática clínica, e é devotada ao estudo das alterações estruturais e funcionais das células, dos tecidos e dos órgãos que estão ou podem estar sujeitos a doenças.
As patologias ou doenças capilares são uma ameaça aos cabelos e ao couro cabeludo também.
O seu cabelo está caindo ou está com um aspecto oleoso?
Está muito seco por causa da tintura ou escova progressiva?
Está extremamente ressecado?
Está quebrando facilmente?
Fique atenta, pois ele está dando sinais de que está doente e precisa de cuidados especiais como qualquer parte do corpo.
Os problemas são vários:
Oleosidade excessiva: o óleo produzido pelas glândulas sebáceas do couro cabeludo afeta o bulbo capilar e faz o cabelo cair.
Problemas hormonais: anticoncepcionais, problemas de ovários e gravidez podem provocar queda.
Produtos químicos: as tintas, permanentes e alisamentos contêm substâncias químicas fortes que afetam a saúde dos cabelos.
Cigarro, álcool e medicamentos: o cigarro reduz o fluxo de sangue no couro cabeludo e deixa o cabelo com poucos nutrientes, o álcool rouba do corpo uma série de vitaminas e é tóxico para o fígado.
Os medicamentos fortes, como antibióticos, provocam a queda.
Stress e outras doenças: o stress pode provocar queda de cabelo, bem como algumas doenças.
Xampus inadequados: são os que contêm sal e substâncias agressivas na sua fórmula.
Etc.
Ter uma boa alimentação ajuda nos resultados desses cuidados. Então, coma frutas, verduras e cereais integrais e evite doces e gorduras. E tenha um cabelo saudável e bonito.

Devido à vida corrida que todos temos hoje, o número de pessoas com patologias capilares aumentou muito. Inclusive até crianças já sofrem deste mal.
Mas como fazer?
O ideal é que a pessoa procure um profissional Tricoterapeuta Capilar legalizado na profissão. O Tricoterapeuta Legalizado faz parte da ATT-MG (Associação dos Profissionais Tricoterapeutas de Minas Gerais), tem carteira de identidade profissional, passa por fiscalizações periódicas, está sempre participando de Congressos e Seminários, e tem seu diploma registrado.
O sucesso desta profissão é tão grande que muitos profissionais da área médica, como os dermatologistas já fazem parcerias e indicam o trabalho do Tricoterapeuta Capilar Legalizado.
O Tricoterapeuta Capilar é capaz de fazer uma consulta, diagnosticar, tratar e curar o cabelo doente.
Hoje no Brasil já existem profissionais Tricoterapeutas em vários Estados Brasileiros.
Mas cuidado, pois muitas pessoas hoje se intitulam como “tricoterapeutas” sem o ser.
Para que você tenha certeza que está passando por um Tricoterapeuta Legalizado, entre no site: www.attmg.com.br e procure um Tricoterapeuta Capilar mais próximo de você.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

LINGUAGEM USADA POR TRICOTERAPEUTAS CAPILARES: ALOPÉCIA, ALOPECIA

O ESPECIALISTA EM TRATAMENTO CAPILAR OU TRICOTERAPEUTA CAPILAR QUE É UMA EVOLUÇÃO DA TERAPIA CAPILAR, NO QUAL CHAMAMOS DE TRICOTERAPIA, USAMOS TERMOS RELACIONADOS Á ÁREA DA SAÚDE CAPILAR.

HOJE VOCÊS VÃO ENTENDER MELHOR A DEFINIÇÃO DE ALOPÉCIA.

O termo alopécia provém do grego alopexia, de alópex, raposa, através do latim alopecia.
A raposa apresenta com freqüência queda de pêlos, ou como um fenômeno natural, ou em decorrência de enfermidade, o que é mais comum em animais velhos.
O emprego do termo para expressar queda generalizada ou localizada de cabelos, barba e outros pêlos do homem, é bem antiga, datando dos tempos hipocráticos, e resultou, possivelmente, da comparação do aspecto das pessoas com o das raposas desprovidas de pêlos.
Há referência à alopécia em trabalhos de Galeno, que a comparou à doença das velhas raposas. Plinius empregou alopecis, referindo-se à cauda da raposa e Celsus denominou alopecia area uma superfície lisa, sem pêlos.
Para a incorporação definitiva do vocábulo à medicina oficial muito contribuiu Ambroise Paré. É de sua autoria o seguinte trecho, recopilado e traduzido por Pedro Pinto: "A alopécia é queda dos pêlos da cabeça e algumas vezes de supercílio, da barba e de outras partes..." "Assim a chamaram os médicos como doença das raposas, por que são estas sujeitas a tal depilação".
A denominação de alopecia areata, dada a uma das formas de alopécia, é atribuída a Sauvages e data de 1763.
A palavra alopecia, em português, deve ser proparoxítona (alopécia) ou paroxítona (alopecía)?
O sufixo -ia tem sido motivo de constantes desacordos em terminologia médica.
Embora seja de uso corrente entre os médicos a pronúncia alopecia, há vozes discordantes entre os lexicógrafos que defendem a forma alopécia (proparoxítona).
Adotam a forma paroxítona os dicionários de Aulete,  Nascentes , Michaelis, Houaiss,  e o Vocabulário Ortográfico da Academia BrasileiradeLetras.Registram alopécia (proparoxítona) os léxicos de Domingos Vieira , Adolfo Coelho  e Silveira Bueno. Este último autor assim justifica a prosódia adotada: "A origem grega exige a acentuação paroxítona alopecía. Mas o latim alopecia autoriza a acentuação proparoxítona".Aurélio Ferreira consigna as duas formas, mencionando que a forma alopécia é a mais usada.[
O'Reilly de Sousa adverte que "a verdadeira prosódia é a do i breve, de acordo com o étimo. Entretanto, em virtude de uma convenção, segundo a qual a bem da regularidade da língua, acompanhando a sua própria índole e respeitando leis de analogia, recebem acento tônico os derivados de raiz grega que significam moléstia ou defeito físico, ainda que o i originário seja breve (V. Ramiz Galvão: Vocabulário Etimológico, Ortográfico e Prosódico das Palavras Portuguesas derivadas da Língua Grega), temos a prosódia alopecia (com i longo) consignada por Nascentes e Figueiredo".
A uniformidade prosódica sugerida pelo grande helenista, que foi Ramiz Galvão, para as palavras terminadas com o sufixo grego -ia, não é compartilhada por outros estudiosos da língua portuguesa, como Rebelo Gonçalves, que assim se expressou sobre esta questão:
"Se fôssemos pensar na regra exata, a regra seria precisamente respeitar um princípio que se impõe, na nossa língua, a toda reprodução de palavras gregas ou formação de palavras novas por meio de elementos helênicos: seguir a acentuação exigida pela forma latina intermediária, quer dizer, a acentuação de uma forma verdadeira ou apenas suposta teoricamente, pois ao latim manda a filologia recorrer como base prosódica dos nossos helenismos. Iríamos, porém, longe demais, se o fizéssemos nessa categoria de palavras terminadas em ia".
Torna-se evidente que devemos respeitar a forma paroxítona em termos formados diretamente do grego, e que o uso consagrou; porém, na vigência de formas paralelas, como no caso de alopecia, devemos nos inclinar para a forma proparoxítona da prosódia latina, considerando, sobretudo, que o termo nos veio através do latim.
Na Nomenclatura Dermatológica, de Francisco Rebelo, encontra-se a forma alopécia, muito embora a preferência dos dermatologistas seja para alopecia, na proporção de 4:1 dos artigos indexados pela BIREME.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

NOVO CURSO INTENSIVO DE TRICOLOGIA- INSCRIÇÕES ABERTAS

Devido a inúmeros emails recebidos, a Escola Profissionalizante de Tricoterapia Hospital do Cabelo oferece um exclusivo Curso Intensivo de Tricologia. O curso é um curso livre e qualquer pessoa pode fazer.

APRESENTAÇÃO DO CURSO:
O estudo da Tricologia é de suma importância para a nos dias atuais para todos os profissionais tanto da área de beleza e saúde capilar.
A pesquisa tricológica tem aumentado muito.
A parte mais importante da Tricologia é o contato com o cliente. É ele quem traz os problemas tricológicos e cabe a nós oferecermos uma boa anamnese, e um bom diagnóstico.
A falta de conhecimento tricológico é que faz com que muitos profissionais não ofereçam um bom diagnóstico eficaz ao cliente.Por isso, cabe a muitos profissionais estarem sempre estudando e pesquisando sobre Tricologia.
A propedêutica tricológica não serve apenas para fazer um bom diagnóstico de determinada doença, mas também a de uma enfermidade já definida, avaliar a sua evolução espontânea e oferecer um bom tratamento.
Este curso pretende ser um guia prático para orientar profissionais da área de saúde e beleza capilar a abordar e avaliar um cliente que esteja sofrendo de alguma patologia no couro cabeludo ou fio de cabelo.
Um curso baseado em conhecimento cientifícos.


OBJETIVO DO CURSO:
O objetivo do curso è levar ao alunos conhecimentos científicos sobre o fio de cabelo e couro cabeludo.


INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS:
Duração: 3 dias
Total de vagas- 30 vagas
Início do curso: 29, 30 e 31 de agosto de 2011
Local: Escola Hospital do Cabelo
Valor do curso: 500 reais.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CURSO:

HISTÓRIA DA TRICOLOGIA
A PRIMEIRA ANÁLISE DO CABELO
O PRIMEIRO ESTUDO DA ULTRA ESTRUTURA DO CABELO
A FUNDAÇÃO DO INSTITUTOS DE TRICOLOGIA
A FUNDAÇÃO DO OXFORDHAIR FOUNDATION
O QUE É TRICOLOGIA
TRICOLOGIA CLÍNICA E TRICOEXAMES?
O CABELO- UM VERDADEIRO TERMÔMETRO
EMBRIOLOGIA DA UNIDADE PILOSSEBÁCEA
AS ZONAS DO FIO DE CABELO
O PROCESSO DE DIVISÃO CELULAR OU MITOSE
ANATOMIA E FISIOLOGIA DO IO DE CABELO
TIPOS DE PÊLOS
ANATOMIA DO PÊLO
A RAIZ
O FOLÍCULO PILOSO
O BULBO PILOSO
A HASTE
O ÍSTIMO
O INFUNDÍBULO
ÓSTIO FOLICULAR.
O TALO
ZONA QUERATÓGENA.
O BULBO
CICLO BIOLÓGICO DO PÊLO
FASE ANÁGENA
FASE CATÁGENA
FASE TELÓGENA
FASE EXÓGENA
O NASCIMENTO, VIDA E MORTE DO CABELO
ALGUMAS FORMA DE MORTE DO CABELO
AGRESSÕES AO FIO DE CABELO
ANATOMIA E FISIOLOGIA DO COURO CABELUDO
DIVISÕES ANATOMICAS DO COURO CABELUDO
TIPOS DE COURO CABELUDO
ALTERAÇÕES DO COURO CABELUDO
TRICODÍNIA
O COURO CABELUDO E GLANDULAS SEBÁCEAS
O COURO CABELUDO E GLÂNDULAS SUDORÍPARAS
SUPRIMENTO SANGUÍNEO DA PELE
TRICOSES COM AUMENTO DO NÚMERO DE CABELOS OU PÊLOS OU HIPERTRICOSES
TRICOSES COM DIMINUIÇÃO DO NÚMERO DE CABELOS
ALOPÉCIA OU EFLÚVIO TELÓGENO OU ANÁGENO
EFLÚVIO ANÁGENO
TRICOSES COM DIMINUIÇÃO DO NÚMERO DE CABELOS
ALOPÉCIA AREATA
COMO OS ANTICORPOS ATACAM O FOLÍCULO PILOSO
DISTÚRBIOS COMPORTAMENTAIS RELACIONADOS COM O COURO CABELUDO E CABELO
ANOREXIA
DEPRESSÃO
DISMORFOFOBIA
ESTRESSE.
HIPOCONDRIA
PRURIDO PSICOGÊNICO
PSEUDO-ALOPECIA DA COÇADURA
TRICOSES COMPULSIVAS
TRICOTILOMANIA
TRICOFAGIA
TRICOCRIPTOMANIA
PATOLOGIAS DA HASTE CAPILAR
TRICOSES NAS HASTES
TRICOPTILOSE
TRICONODOSE
PÊLO TORCIDO ( PILI TORTI )
TRICORREXE NODOSA
TRICOCLASIE
TRICORREXE INVAGINADA
MONILETRIX
TRICOTIODISTROFIA
PÊLO ANULAR
PÊLO MULTIGEMINADOS
POLIOSE
TRICOGLIFOS
TRICOMALÁCIA
TRICOSTASE ESPINULOSA
DROGAS QUE PODEM CAUSAR ALOPÉCIA
DROGAS QUE PODEM DESENCADEAR DERMATITE SEBORRÉICA

terça-feira, 17 de maio de 2011

Licenciatura para Docência do Ensino Fundamental de Tricoterapia

A Associação dos Profissionais Tricoterapeutas comunica a todos que as associadas Geni, Telma, Maria Augusta e Eliud, alunas do quinto período do Curso Avançado de Tricologia iniciam neste mês de Maio o Licenciatura para Docência.
do Ensino Fundamental de Tricoterapia.
O curso é dividido em módulos que serão concluídos até dezembro de 2011 e nos anos de 2012 e 2013 as mesmas estarão fazendo residencia na Escola Hospital do Cabelo.
No dia 22 de maio de 2011 inici-se o exclusivo curso de Doscência em Tricoterapia, no qual o objetivo do curso é formar profissionais capacitados para lecionarem Tricoterapia em todo o Brasil. A área de tricoterapia (terapia capilar especializada em resultados) vêm crescendo muito no Brasil e novos profissionais são necessários no mercado.

INTRODUÇÃO A DIDATICA
O compromisso social e ético dos professores
Didática: Teoria da Instrução e do Ensino
Objetivo de estudo: o processo de ensino
Os componentes do processo didático
A Didática e as tarefas do professor
RELAÇÕES PROFESSOR-ALUNO
NA SALA DE AULA
UMA QUESTÃO MUITO IMPORTANTE
Aspectos cognoscitivos da interação
Aspectos sócio-emocionais
A disciplina na classe
DIDÁTICA: A EDUCAÇÃO
Educação: Definições e Funções
DIDÁTICA- A FORMAÇÃO DE EDUCADORES EM DIFERENTES ABORDAGENS PEDAGÓGICAS
DIDATICA- O ALUNO E A ERA TECNOLÓGICA
DIDATICA- A FORMAÇÃO DOCENTE- UM BREVE HISTÓRICO
DIDATICA- CONHECIMENTO DOS PROFESSORES: SABER DOCENTE E SABER REFLEXIVO
DIDÁTICA- DEZ DOMÍNIOS DE COMPETÊNCIAS RECONHECIDAS COMO PRIORITÁRIAS
DIDATICA- FORMAÇÃO CONTINUADA: A PERSPECTIVA CLÁSSICA E A PERSPECTIVA ATUAL
DIDÁTICA- AS RELAÇÕES NA DINÂMICA DA SALA DE AULA
O diálogo e a participação como pré-requisitos para a aprendizagem
Professor- autoridade máxima

CURSO PERSONAL HAIR TRAT

As Tricoterapeutas Geni, Eliud, Derli, Telma, Maria Augusta concluíram no dia 16 de Maio o Curso Personal Hair Trat.
Elas são as primeiras Tricoterapeutas do Brasil com esta formação.
A Associação dos Profissionais Tricoterapeutas de Minas Gerais parabeniza a todas.