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Todo profissional Tricoterapeuta Capilar legalizado na profissão deve exercer a profissão com zelo, diligência e honestidade, assertividade, observada as normas da associação e resguardados os interesses de seus clientes e/ou empregadores, sem prejuízo da dignidade e independência profissionais. Zelar e trabalhar pelo perfeito desempenho ético da Tricoterapia e pelo prestígio e bom conceito da profissão. A Tricoterapia capilar é uma evolução da terapia capilar e efetiva em trazer resultados. Necessita de Tricoterapeutas Capilares de nível educacional, ético e alto gabarito.

É NOSSA RESPONSABILIDADE:
O Tricoterapeuta Capilar é um especialista em tratamento capilar e trabalha com pessoas com patologias capilares que estão muitas vezes desiludidas por passar por outros profissionais e também muitas vezes, ansiosas, depressivas ou com seu emocional abalado.
Por isto, o Tricoterapeuta legalizado passa por fiscalização, está sempre se atualizando através de congressos, simpósios, palestras e encontros.
Ele trabalha com ÉTICA e RESPONSABILIDADE, seguindo as normas da ATT-BR que é a Associação dos Profissionais Tricoterapeutas de Minas Gerais.
Tudo isto para atender seus clientes com eficácia e principalmente trazer SATISFAÇÃO e RESULTADO.
Ao procurar um Terapeuta Capilar dê preferência para um Tricoterapeuta Legalizado associado à ATT-BR.

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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

A alopecia androgenética feminina



O cabelo não é fundamental para a sobrevivência orgânica do ser humano. No entanto, do ponto de vista estético, psicológico e social, sua integridade reflete no padrão cultural vigente, poderosa auto-estima, tornando inseguros e infelizes aqueles que o perdem.

A falta de cabelo tem representações in ternas que afetam a saúde global do indivíduo; sendo assim, vemos com grande entusiasmo as pesquisas cada vez mais constantes e inovadoras nessa área, sobretudo pela conquista de medicações eficazes. A mulher, ao contrário do que diz a crença popular, também desenvolve a calvície nos seus mais variados graus.

A calvície ou alopecia feminina, assim como a masculina, caracteriza-se por perda de cabelos com influência genética e hormonal, sendo, por isso, chamada de alopecia androgenética feminina (AAF).

Ela determina um processo de longa duração que provoca miniaturização dos fios de cabelos. O cabelo normal, em média a cada quatro anos, entra em processo de repouso (fase telógena) e queda, retornando com a mesma espessura para durar mais quatro anos.

O fio, nos indivíduos predispostos à calvície, volta cada vez mais fraco e fino, transformando-se progressivamente em uma penugem. Esta transformação lenta e gradual vai provocando a rarefação capilar.

A prevalência de queda de cabelos nas mulheres varia de 8% a 25%, conforme os trabalhos publicados. Alguns autores já demonstraram prevalência de 87% de calvície em mulheres na pré-menopausa. Esses casos, em geral, eram iniciais, sendo disfarçados pelo tipo de penteado. Nos casos iniciais, a maioria das mulheres não percebe nem se queixa, pois há rarefação muito discreta.

É sabido que existe predisposição hereditária para a alopecia desenvolver-se. No entanto, o tipo de herança não está bem esclarecido. Acredita-se que haja herança poligênica (vários genes envolvidos) com penetrancia e expressões ainda não muito precisas.

Além da hereditariedade, os hormônios masculinos também são responsáveis pelo desenvolvimento da calvície feminina e masculina. A mulher é particularmente suscetível a essa perda de cabelos, devido a variações hormonais.

Sendo assim, é freqüente o início da alopecia após o parto, na pré-menopausa e após descontinuação do uso da pílula anticoncepcional.

Os andrógenos têm receptores específicos no folículo capilar que, após serem preenchidos, iniciam a reação intracelular, envolvendo o DNA e desencadeando mecanismos provo cativos da alopecia. As mulheres também podem desenvolver esse quadro, com níveis de hormônios masculinos normais.

A calvície feminina tem localização diferente da do homem. Ela ocorre freqüentemente em toda a região superior do couro cabeludo, mantendo a linha frontal intacta. A mulher tem menos entradas do que o homem. A perda de cabelos também pode ter uma característica mais difusa, com comprometimento e afinamento mais geral dos cabelos, e pode ser desencadeada ou agravada por outros fatores, como: anemia, ferro sérico baixo, alterações dos hormônios tireoidianos, uso de drogas, emagrecimento, entre outros.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

NOVA TRICOTERAPEUTA EM MATO GROSSO DO SUL

A ATTMG PARABENIZA A SANDRA NENE, A PRIMEIRA TRICOTERAPEUTA CAPILAR  DA REGIÃO CENTRO OESTE, CIDADE CAMPO GRANDE, MATO GROSSO DO SUL.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Envelhecimento do cabelo

Esse anexo da epiderme, sem uma função fisiológica vital aparente (a não ser pelos orificiais, que têm a função de proteção), tem importância muito grande na vida da maioria das pessoas, seja social ou emocionalmente. Os cabelos e os outros pelos do corpo humano são um dos maiores sítios de mitoses no nosso organismo. Acredita-se que ocorra divisão celular nesses locais durante até 12 horas após a morte!

É de se esperar que, com o passar do tempo, mesmo com o envelhecimento saudável e natural do indivíduo, esse processo de divisão celular sofra alguma alteração, notadamente na velocidade da atividade metabólica regional. Associado a isso, existem os fatores externos que influenciam o estado fisiológico dos cabelos. Ao observar o que ocorre nos fios de cabelo, pode-se notar que, com o passar do tempo, eles ficam mais opacos, frágeis, quebradiços e com menor penteabilidade.

Para entender o que ocorre, temos de lembrar que o cabelo é produzido pela invaginação da epiderme, que se projeta para dentro da derme, na qual está a parte mais importante do processo de fornecimento de nutrientes, a papila dérmica, uma cavidade encravada dentro da matriz, que assegura a nutrição do cabelo. Na matriz está a zona de multiplicação e diferenciação dos queratinócitos e começa o processo de queratinização, que originará a haste do cabelo. Um fio de cabelo tem um ciclo de nascimento, crescimento, repouso e queda. Esse processo se repete 20 vezes durante a vida de um indivíduo.

Com o envelhecimento, além dos estados patológicos, diferentes fatores podem alterar o ciclo capilar. Com o avanço da idade, a atividade da papila diminui e os cabelos crescem menos. A velocidade de crescimento dos cabelos diminui e os fios que caem não são mais substituídos tão rapidamente, como na juventude.

A rigidificação das fibras de colágeno que estão ao redor da raiz dos cabelos parece ser um fator essencial na gênese das alopecias. As fibras são estruturas flexíveis originalmente, mas podem ficar rígidas com a oxidação ou situações de estresse do colágeno. Esse fato leva ao aparecimento de um fio miniaturizado, mais fino e quase sem cor, que é substituído por outro do mesmo tipo, até que o ciclo cesse, levando à alopecia.

Outra mostra clínica do envelhecimento é a canície ou o embranquecimento dos fios. A teoria mais aceita é de que ocorra a apoptose dos melanócitos, células produtoras de melanina, pigmento que dá a cor aos fios.

Como retardar esses eventos? Será que conseguimos revertê-los? Dentre os elementos necessários para que se tenha algum efeito positivo, vamos encontrar as vitaminas, especialmente as do complexo B, os aminoácidos, preferencialmente a cisteína e a cistina, e os elementos químicos minerais, como o ferro, o zinco, o cobre e o silício.


Podemos concluir que uma dieta equilibrada, rica em minerais e vitaminas do complexo B, pode retardar o envelhecimento dos cabelos, e que a adição do silício orgânico pode ser um diferencial muito importante para se obter esse objetivo.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Tratamento da alopecia androgenética feminina

O cabelo não é fundamental para a sobrevivência orgânica do ser humano. No entanto, do ponto de vista estético, psicológico e social, sua integridade reflete no padrão cultural vigente, poderosa auto-estima, tornando inseguros e infelizes aqueles que o perdem.

A falta de cabelo tem representações in ternas que afetam a saúde global do indivíduo; sendo assim, vemos com grande entusiasmo as pesquisas cada vez mais constantes e inovadoras nessa área, sobretudo pela conquista de medicações eficazes. A mulher, ao contrário do que diz a crença popular, também desenvolve a calvície nos seus mais variados graus.

A calvície ou alopecia feminina, assim como a masculina, caracteriza-se por perda de cabelos com influência genética e hormonal, sendo, por isso, chamada de alopecia androgenética feminina (AAF).

Ela determina um processo de longa duração que provoca miniaturização dos fios de cabelos. O cabelo normal, em média a cada quatro anos, entra em processo de repouso (fase telógena) e queda, retornando com a mesma espessura para durar mais quatro anos.

O fio, nos indivíduos predispostos à calvície, volta cada vez mais fraco e fino, transformando-se progressivamente em uma penugem. Esta transformação lenta e gradual vai provocando a rarefação capilar.

A prevalência de queda de cabelos nas mulheres varia de 8% a 25%, conforme os trabalhos publicados. Alguns autores já demonstraram prevalência de 87% de calvície em mulheres na pré-menopausa. Esses casos, em geral, eram iniciais, sendo disfarçados pelo tipo de penteado. Nos casos iniciais, a maioria das mulheres não percebe nem se queixa, pois há rarefação muito discreta.

É sabido que existe predisposição hereditária para a alopecia desenvolver-se. No entanto, o tipo de herança não está bem esclarecido. Acredita-se que haja herança poligênica (vários genes envolvidos) com penetrancia e expressões ainda não muito precisas.

Além da hereditariedade, os hormônios masculinos também são responsáveis pelo desenvolvimento da calvície feminina e masculina. A mulher é particularmente suscetível a essa perda de cabelos, devido a variações hormonais.

Sendo assim, é freqüente o início da alopecia após o parto, na pré-menopausa e após descontinuação do uso da pílula anticoncepcional.

Os andrógenos têm receptores específicos no folículo capilar que, após serem preenchidos, iniciam a reação intracelular, envolvendo o DNA e desencadeando mecanismos provo cativos da alopecia. As mulheres também podem desenvolver esse quadro, com níveis de hormônios masculinos normais.

A calvície feminina tem localização diferente da do homem. Ela ocorre freqüentemente em toda a região superior do couro cabeludo, mantendo a linha frontal intacta. A mulher tem menos entradas do que o homem. A perda de cabelos também pode ter uma característica mais difusa, com comprometimento e afinamento mais geral dos cabelos, e pode ser desencadeada ou agravada por outros fatores, como: anemia, ferro sérico baixo, alterações dos hormônios tireoidianos, uso de drogas, emagrecimento, entre outros.

No tratamento, a alopecia feminina conta com maior número de recursos do que a masculina: além daqueles em comum, podem ser empregadas substâncias neutralizadoras dos hormônios masculinos, como os antiandrógenos. Convencionalmente, pode-se usar o minoxidil, já aprovado pela Food and Drug Administration (FDA). Os estrógenos têm papel protetor em relação à queda de cabelo feminino e, portanto, o hormônio 17 α-estradiol, um isômero do 17 β-estradiol, pode ser uma opção.

O acetato de ciproterona também pode ser empregado para neutralizar os efeitos dos andrógenos. Essa droga tem ação hormonal e, quando associada ao estradiol, age como um anticoncepcional.

Pode ser utilizada ainda a espironolactona (antagonista específi co da aldosterona), que compete com os hormônios masculinos, não necessitando, em geral, de complementação de hormônios femininos.

A finasterida, inibidor da 5 α-reductase II, é outro recurso possível nos estudos de fase III que demonstrou ser seguro e eficaz para o tratamento da calvície masculina. Ela interfere pouco na função hepática e não provoca alterações nos lipídeos. Sua ação não reduz o nível de testosterona circulante, mas sim a DHT intracelular.

É necessário o acompanhamento de um médico especialista para o tratamento com essas medicações. Geralmente, o paciente leva ao consultório muitas dúvidas, fantasias e ansiedades antes de iniciar o tratamento. Para que a medicação seja eficaz, é importante o entendimento do seu mecanismo de ação, dos efeitos colaterais possíveis e que resultado se pode esperar.

Além disso, é fundamental tratar a doença tireoidiana, assim como anemias ou deficiência de ferro.


TRICOTERAPIA- A EVOLUÇÃO DA TERAPIA CAPILAR

quinta-feira, 7 de julho de 2011

VALE A PENA FICAR COM OS CABELOS LISOS E COM CANCER?

Formol ou Formaldeído
O formol ou formaldeído, solução a 37%, é um composto líquido claro com várias aplicações, sendo usado normalmente como preservativo, desinfetante e antisséptico. Também é usado para embalsamar peças de cadáveres, mas é útil também na confecção de seda artificial, celulose, tintas e corantes, soluções de ureia, tioureia, resinas melamínicas, vidros, espelhos e explosivos. O formol também pode ser utilizado para dar firmeza nos tecidos, na confecção de germicidas, fungicidas agrícolas, na confecção de borracha sintética e na coagulação da borracha natural. É empregado no endurecimento de gelatinas, albuminas e caseínas. É também usado na fabricação de drogas e pesticidas.
Toxicidade
O formol é tóxico quando ingerido, inalado ou quando entra em contato com a pele, por via intravenosa, intraperitoneal ou subcutânea. Em concentrações de 20 ppm (partes por milhão) no ar causa rapidamente irritação nos olhos. Sob a forma de gás é mais perigoso do que em estado de vapor.
Carcinogenicidade (avaliação do potencial cancerígeno)
Em quatro instituições internacionais de pesquisa foi comprovado o potencial carcinogênico do formaldeido. 
 


  • Em 1995, a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC) classificou este composto como sendocarcinogênico para humanos (Grupo 1, julho 2004), tumorogênico, teratogênico por produzir efeitos na reprodução para humanos. Em estudos experimentais, demonstraram ser também para algumas espécies de animais.
  • Agência de Proteção Ambiental (EPA), dos EUA: “O composto foi avaliado pelo grupo de avaliação de carcinogenicidade da ACGIH e foi considerado suspeito de causar câncer em humanos “ [015,415,421].
  • Associação de Saúde e Segurança Ocupacional (OSHA), dos EUA: considera que o agente é suspeito de causar câncer para humanos.
  • O Programa Nacional de Toxicologia dos EUA (Fourth Annual Report on Carcinogens) de 1984 considerou que o formaldeído é um agente cancerígeno nas seguintes doses para ratos:por via oral, 1170 mg/kg/; por via dérmica 350 mg/kg e por via inalatória 15 ppm/6 horas

Sintomas em caso de intoxicaçãoA inalação deste composto pode causar irritação nos olhos, nariz, mucosas e trato respiratório superior [036, 151, 301,406]. Em altas concentrações pode causar bronquite, pneumonia ou laringite [036,151].
Os sintomas mais freqüentes no caso de inalação são fortes dores de cabeça, tosse, falta de ar, vertigem, dificuldade para respirar e edema pulmonar [215]. O contato com o vapor ou com a solução pode deixar a pele esbranquiçada, áspera e causar forte sensação de anestesia e necrose na pele superficial.
Longos períodos de exposição podem causar dermatite e hipersensibilidade, rachaduras na pele (ressecamento) e ulcerações principalmente entre os dedos; podem ainda causar conjuntivite [036,151].

O vapor de formaldeído irrita todas as partes do sistema respiratório superior e também afeta os olhos. A maioria dos indivíduos pode detectar o formol em concentrações tão baixas como 0.5 ppm e, conforme for aumentando a concentração até o atual limite de Exposição Máxima, a irritação se dá mais pronunciada.
Medições das concentrações de formaldeído no ar em laboratórios de anatomia no ar têm apontado níveis entre 0,07 e 2,94 ppm (partes por milhão). Uma relação entre a concentração e os sintomas podem ser feitos:
0,1 a 0,3 ppm: menor nível no qual tem sido reportada irritação;
0,8 ppm: limiar para o odor (começa a sentir o cheiro);
1 a 2 ppm: limiar de irritação leve;
2 a 3 ppm: irritação dos olhos, nariz e garganta;
4 a 5 ppm: aumento da irritação de membranas mucosas e lacrimejação significativa;
10 a 20 ppm: lacrimejação abundante, severa sensação de queimação, tosse, podendo ser tolerada por apenas alguns minutos (15 a 16 ppm pode matar camundongos e coelhos após 10 horas de exposição;
50 a 100 ppm: causa danos severos em 5 a 10 minutos (exposição de camundongos a 700 ppm pode ser fatal em duas horas). 
A ingestão causa imediata e intensa dor na boca e faringe [151]. Provoca dores abdominais com náuseas, vômito e possível perda de consciência [036,151,301]. Outros sintomas como proteinúria, acidose, hematemesis, hematúria, anúria, vertigem, coma e morte por falência respiratória também podem ser observados [031].
Ocasionalmente pode ocorrer diarréia (com possibilidade de sangue nas fezes), pele pálida, fria e úmida, além de sinais de choque como dificuldade de micção, convulsões, e estupor.
A ingestão também pode ocasionar inflamação e ulceração /coagulação com necrose na mucosa gastro-intestinal [151].

Também podem ser observadas lesões como corrosão no estômago e estrias esofágicas e colapso circulatório e nos rins após a ingestão. A inalação ou aspiração do produto pode provocar severas alterações pulmonares ao entrar em contato com o meio ácido estomacal [151]. Outras consequências são danos degenerativos no fígado, rins, coração e cérebro.[301, 455].

Intoxicação agudaNo estado líquido ou vapor é irritante para pele, olhos e mucosas. [036,151,301,406]. Também é um potente irritante do trato respiratório. É absorvido através da pele [169]. Pode causar lacrimejamento [455].
RecomendaçõesSegundo a OSHA, o limite máximo permitido de exposição contínua é de 5 ppm, sendo que, nos casos de pico, a concentração máxima deve ser de 10 ppm. A OSHA classificou o formol como irritante e com potencial cancerígeno.
O Criteria Document publicado pelo Instituto Nacional de Saúde e Segurança Ocupacional dos EUA (NIOSH) recomenda que o limite máximo presente no ar seja de 0.1 ppm/15M e o uso de luvas e máscaras durante a manipulação do produto. A máscara deve ter filtro especial para vapores orgânicos.
Informações adicionaisSendo um composto com suspeita de causar câncer em humanos, todo cuidado deve ser tomado durante a manipulação do formol. Deve ser estocado em temperatura ambiente, mas não inferior a 15º C (60 F). Deve ser protegido da luz e hermeticamente fechado para evitar contato com a atmosfera e com a luz.
Em caso de derramamento deve-se usar papel absorvente para retirada do líquido. Deve-se retirar toda a roupa contaminada e colocá-la em recipiente adequado para ser descontaminação Caso tenha havido contato com a pele, deve-se lavar a superfície com sabão e água.
Informações técnicas
Nome químico:: formaldeído a 37%
Fórmula química: CH2O
Fórmula estrutural: H2C=O
Sinônimos: formalina, formol, formalit, ivalon, Karsan, Lysoform, Oxometano, Oximetileno.
Informações físicoquímicas
Descrição: composto líquido claro
Peso molecular: 30.03
Ponto de ebulição: 96 C [031,036]
Solubilidade: água: >=100 mg/mL @ 20.5 C (RAD); DMSO : >=100 mg/mL @ 20.5 C (RAD); 95%; etanol : >=100 mg/mL @ 20.5 C (RAD); acetona : >=100 mg/mL @ 20.5 C (RAD)
Volatilidade : pressão de vapor: 93.60 mm Hg @ 38 C (RAD)
densidade do vapor: 1.0 [451]
flamabilidade: Este composto tem seu flash point em 85 C0 (185 F) (058). É um composto combustível.
pH: 2.8-4.0 [031]
Reatividade
O formol é um composto químico com enorme capacidade de redução, especialmente na presença de álcalis. É incompatível com amônia, álcalis, tanino, bissulfetos, preparações à base de ferro, prata, potássio e iodo. Reage com albumina, caseína, Agar-agar formando compostos insolúveis . É violentamente reativo com óxidos, nitrometano, carbonato de manganês e peróxidos.
EstabilidadePode se transformar em nuvem especialmente em baixas temperaturas. Pode sofrer oxidação na presença do ar e da luz.

FORMOL PODE CAUSAR CHOQUE ANAFILÁTICO

FORMOL: Verdades e Mentiras



Os perigos do uso de formol na escova progressiva

Alisar e amaciar os cabelos é o sonho de toda mulher, que deseja estar sempre bela. Para alcançar esse objetivo as clientes não medem esforços, porém o sonho pode virar pesadelo. Por isso, todo cuidado é pouco para manter a beleza dos fios sem danificá-los.

Esta foi uma das razões que colocou a escova progressiva sob suspeita e contribuiu para que esse tratamento capilar fosse condenado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), por conter formol em concentrações elevadas, que associado com o calor do secador gera vapores de formol altamente penetrantes, causando danos à saúde.

Os profissionais cabeleireiros desconhecem o risco que estão correndo além da possibilidade de haver no salão pessoas com algum tipo de problema, como deficiência respiratória, hipersensibilidade ao formol, olhos que passaram recentemente por cirurgias etc., que poderão vir a sofrer graves conseqüências ao entrar em contato com esses vapores, inclusive um choque anafilático que pode levar à morte por asfixia.

O formol é tóxico quando ingerido, inalado ou quando entra em contato com a pele. Sob a forma de gás é mais perigoso e causa rapidamente irritação nos olhos. É considerado um agente potencialmente cancerígeno pela OMS (Organização Mundial da Saúde). A inalação pode causar dor de cabeça, tosse, falta de ar e vertigem, entre outros sintomas. Em contato com a pele, causa vermelhidão e sensação de dormência. Pode causar dor de garganta e visão embaçada.

A Anvisa regulamenta os produtos cosméticos com o único objetivo de proteger a saúde dos usuários, portanto, até que se prove o contrário, o formol em percentual elevado, acima de 0,2%, não deverá conseguir registro junto ao Ministério da Saúde. Os agentes de saúde não podem ser coniventes com os danos que este produto pode vir a causar em pessoas desavisadas.

Para tentar esclarecer melhor sobre o assunto, segue abaixo algumas dúvidas mais comuns dos profissionais cabeleireiros, enviadas à redação da Cabeleireiros.com.


O que é formol e porque as escovas progressivas com ele são condenadas?

O formol ou formaldeído é uma substância utilizada para a conservação de outras substâncias e até de tecidos, utilizado principalmente em biópsias para impedir a degradação antes da análise. Por ser facilmente absorvido pelas mucosas pode ocasionar problemas sérios para a saúde da cliente e do profissional cabeleireiro. Por isso a condenação do uso de formol na escova progressiva. Além de causar danos à saúde, danifica a cutícula dos cabelos, que é a parte mais externa dos fios, e deixa o córtex, a parte interna, bastante vulnerável ao ressecamento e perda da cor.

Qual a quantidade de formol liberada pela Anvisa?

A quantidade é de 0,2%, com a função de conservante.

Comenta-se que algumas empresas estão conseguindo o registro de escova progressiva com uso de formol. Isto é verdadeiro?

Não. Algumas empresas utilizam o ácido fórmico somente para estabilizar o pH dos seus produtos, o que é permitido pela Anvisa. Acontece que alguns cabeleireiros, inescrupulosamente, misturam a estes produtos quantidades elevadas de formol, para atingir o objetivo de uma escova progressiva, o que se torna proibido pela Anvisa.

É verdade que o fio de cabelo pode ficar endurecido após várias aplicações?

Sim. O formol solubiliza óleos e, portanto, dissolve o cimento intercelular e a membrana celular que envolve as fibras de queratina tornando-as desprotegidas. A ausência desses componentes oleosos torna os cabelos endurecidos, sem maleabilidade e sem brilho.

Quem já usou produtos com formol, o que pode/deve fazer para recuperar a fibra?

O ideal é que sejam feitas diversas sessões de hidratação e que se utilize uma linha de manutenção rica em proteínas e ativos emolientes e condicionantes.

Como o consumidor pode se prevenir para não ser enganado quando for ao salão de beleza fazer escova progressiva?

O cheiro de formol é inconfundível e os olhos lacrimejam, a garganta e as narinas ficam irritadas e muitas pessoas começam a tossir. Sob a ação do calor, os vapores de formol se formam imediatamente e ocupam todo o espaço do salão.

Constatamos que em alguns salões pessoas estavam misturando formol, queratina e cremes e aplicando nas clientes. Qual sua opinião?

A cliente não deve permitir que isso aconteça, pois além dos perigos já citados, o formol forma um filme vítreo sobre o fio de cabelo e a proteína fica retida na superfície sendo responsável pelo brilho imediato, porém, logo nas primeiras lavadas esse filme é removido e, com ele, todos os nutrientes que estavam aprisionados no filme formado pelo formol, restando apenas as fibras de queratina totalmente desprotegidas.

Fique por dentro, profissional cabeleireiro, das recomendações da Anvisa:

Escova Progressiva, os Alisantes e o Formol

Escova progressiva é um método de alisamento capilar, e atual modismo, como foi a Escova Francesa, o Alisamento Japonês, a Escova Definitiva etc. Os métodos mudam de nome, mas significam a mesma coisa: alisamento de cabelo.

Os métodos não são registrados na Anvisa. Os produtos alisantes nestes métodos devem ser registrados e existem diversas marcas e tipos no mercado que atendem a esta exigência.

Aos desavisados freqüentadores de salões de beleza o que pode parecer uma solução milagrosa, para pôr fim aos cabelos crespos, para a saúde é uma grande ameaça. Em relação às denúncias envolvendo os riscos de alisantes clandestinos, produzidos a partir de concentrações elevadas de formol, principalmente no Rio de Janeiro, a Anvisa alerta sobre a necessidade de o consumidor tomar alguns cuidados básicos na escolha e uso desses produtos, considerados de risco potencial, por conter substâncias tóxicas que exigem controle rigoroso.

Quando o produto não é registrado, sua composição não foi avaliada e pode conter substâncias proibidas, ou de uso restrito, em condições e concentrações inadequadas, ou não permitidas, acarretando riscos à saúde da população.

O uso de formol, ácido fórmico, em alisantes capilares é proibido pela Anvisa, por ser prejudicial à saúde. Este ácido pode causar alergias, irritação aos olhos, vermelhidão, lacrimação e dermatites.

A Anvisa tem recebido inúmeras denúncias de casos ocorridos pelo uso indevido de alisantes, que causam sérios danos à saúde, como queimaduras no couro cabeludo, queda parcial ou total dos cabelos, lesões na córnea, problemas no trato respiratório e até morte por choque anafilático.

Salões de beleza e cabeleireiros inescrupulosos estão utilizando produtos irregulares, adulterados, acrescentando formol aos produtos prontos para o uso. Esta “manipulação” é inadequada e irregular. 

O consumidor, usuário de serviços desses estabelecimentos, deve ficar atento e procurar somente aqueles profissionais de sua confiança. Deve pedir todas as informações sobre o produto utilizado em seus cabelos. Lembre-se de que os alisantes têm algum cheiro, mas, o cheiro de formol é diferente por ser muito mais forte.


Os riscos do Formol:

Contato com a pele (couro cabeludo) - Tóxico. Causa irritação à pele, dor e queimaduras.

Contato com os olhos - Causa irritação, vermelhidão, dor, lacrimação e visão embaçada. Altas concentrações causam danos irreversíveis

Inalação - Pode causar câncer no aparelho respiratório. Pode causar dor de garganta, irritação do nariz, tosse, diminuição da freqüência respiratória, irritação e sensibilização do trato respiratório. Pode ainda causar graves ferimentos nas vias respiratórias, levando ao edema pulmonar e pneumonia. Fatal em altas concentrações.

Exposição crônica - A freqüente ou prolongada exposição pode causar hipersensibilidade, levando às dermatites. O contato repetido ou prolongado pode causar reação alérgica, debilitação da visão e aumento do fígado.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

NOVO SITE NO AR

JÁ ESTÁ NO AR O SITE DA TRICOTERAPEUTA ELIUD;

www.tricoterapiabrasil.com.br

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Tomar multivitamínicos pode causar câncer e causar queda capilar


Nos últimos tempos, as vitaminas antioxidantes têm sido vistas como os super-herois da saúde, mocinhos sempre prontos para combater os vilões do organismo, chamados radicais livres. Este discurso foi sendo repetido pelo senso comum da medicina popular ao longo da última década, até chegar ao ponto em que estamos, onde os consumidores o repetem sem saber o que significa.
Assim, as pessoas passaram a comprar, por preços salgados, concentrados dessas substâncias (em geral, os comprimidos de vitaminas), que são encontradas em alimentos naturais como frutas, legumes e cereais. Cientistas de um instituto de saúde de Los Angeles (EUA) descobriram que as pílulas concentradas de vitaminas C e E podem aumentar o risco de câncer.
Os radicais livres são produzidos naturalmente pelo corpo, mas são danosos aos nossos tecidos, o que acelera o envelhecimento. Como possuem vitaminas (antioxidantes), as frutas e verduras foram elevadas ao status de elixir da longa vida há algumas décadas, pois combatem a acumulação de radicais. Buscando aumentar o efeito, a indústria alimentícia passou a produzir comprimidos com as vitaminas puras. E tudo foi propagandeado como o mais eficaz combate ao envelhecimento.
Nos anos, 90, contudo, descobriu-se o primeiro efeito negativo das tais pílulas milagrosas: aumentam as chances de câncer no pulmão. Agora, outros males estão sendo revelados: as vitaminas C e E, em excesso, atrapalham no reparo do DNA, o que pode comprometer a síntese de substâncias vitais para o corpo.
Além disso, descobriu-se que os radicais livres não são de todo ruins. Eles são úteis para evitar justamente o problema que as pílulas vitamínicas proporcionam: o câncer. Os radicais livres inibem a eventual criação e crescimento de alguns tumores cancerígenos.
Eis o conselho dos médicos: não consumir esses multivitamínicos. O nível de vitaminas no corpo humano pode ser mantido no nível ideal com uma dieta normal de frutas e verduras. Mesmo exagerado, o consumo de vegetais não provoca os efeitos prejudiciais dos comprimidos. Em alguns casos, sem dúvida, o natural é o melhor. Nada, nenhum tipo de tablete, pílula ou cápsula pode substituir uma dieta saudável ou compensar uma má dieta. Para uma boa nutrição e boa saúde a solução é simples: alimentação rica em nutrientes como frutas, vegetais e grãos.

UM EXEMPLO DO RISCO QUE SE CORRE AO INGERIR VITAMINA EM EXCESSO

O excesso de vitamina A, uma situação freqüente em pessoas que ingerem vitaminas deliberadamente, pode causar manifestações clinicas desagradáveis e até perigosas.

A intoxicação por vitamina A poder ser aguda ou crônica. A ingestão prolongada de 30 mg/dia de retinol, durante 6 meses ou mais, provoca intoxicações. Algumas pessoas mesmo com 10 mg/dia já apresentam sintomas. Em crianças, 7,5 a 15 mg/dia durante um mês já produz manifestações de toxicidade. Para acontecer uma intoxicação aguda são necessários, para um adulto, 500 mg; para um jovem, 100 mg; e para uma criança, 30 mg.

Pela ingestão exagerada podem surgir manifestações como pele seca, áspera e descamativa, fissuras nos lábios, ceratose folicular, dores ósseas e articulares, dores de cabeça, tonturas e náuseas, queda de cabelos, cãibras, lesões hepáticas e paradas do crescimento além de dores ósseas. Podem surgir também falta de apetite, edema, cansaço, irritabilidade e sangramentos. Aumentos do baço e fígado, alterações de provas de função hepática, redução dos níveis de colesterol e HDL colesterol também podem ocorrer. Já foram observados casos de envenenamento fatais pela ingestão de fígado de urso polar. Grande cuidado deve ser dado a produtos que contenham o ácido retinóico usado no tratamento do acne.

Doses recomendadas - 1 mg por dia para pessoas normais. Para mulheres grávidas, pessoas com distúrbios de digestão das gorduras, diabete, idosos e alcoólatras são recomendas doses 25 a 50% maiores.

ALERTAS:

            Existem estudos realizados com voluntários em que se observou que a ingestão exagerada e prolongada de vitamina A aumentou incidência de câncer, principalmente o de mama e intestino grosso. Isso ainda não está plenamente confirmado.
            A ingestão em excesso de pode levar a um aumento na incidência de fraturas de colo de fêmur.
            A ingestão do dobro das necessidades diárias em mulheres grávidas está associada a uma maior incidência de defeitos congênitos específicos das crianças. Essa também é uma assertiva que necessita ser confirmada.
            Sugestão final - se você é uma pessoa normal, com alimentação normal, evite a suplementação de vitamina A. Se apresentar alguma manifestação sugestiva de carência dessa vitamina, consulte o seu médico e peça orientação.


Manifestações de excesso vitamina E: a vitamina E mesmo em altas doses não é tida como tóxica, mas, se ingerida em excesso, pode, eventualmente, competir na absorção e reduzir a disponibilidade das outras vitaminas lipossolúveis, além do ferro dos alimentos, e, assim, colaborar para o desencadeamento de anemias. Observou-se ainda que altas doses de Vitamina E aceleram a progressão de retinite pigmentosa.


Manifestações de excesso VITAMINA K3: a vitamina K3 em altas doses pode provocar anemia e lesões no fígado.

Manifestações de excesso VITAMINA D: doses exageradas de vitamina D provocam a hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) o que favorece o depósito de cálcio nos vasos (arteriosclerose) e ainda a eliminação aumentada de cálcio na urina o que por sua vez favorece a formação de cálculos urinários. Altos teores de cálcio no sangue alteram as funções do coração e dos nervos.

Manifestações de excesso VITAMINA C: formação de cálculos nos rins. Note-se que a dose diária recomendada é de 60 mg/dia. Alguns produtos comerciais contêm até 2000 mg por comprimido, o que significa a ingestão de 35 ou mais vezes o dose diária recomenda.





quarta-feira, 29 de junho de 2011

RADIAÇÃO DE CELULAR PODE CAUSAR QUEDA DE CABELO?


Radiação de telefones celulares pode causar câncer, segundo a Organização Mundial da Saúde
Não há, no entanto, casos confirmados ligados ao uso do aparelho.
Anúncio foi feito a partir de análises de estudos científicos.

Do G1, em São Paulo
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A radiação eletromagnética vinda de telefones celulares pode causar um tipo de câncer no cérebro, de acordo com anúncio feito nesta terça-feira (31), na França, pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc, na sigla em inglês), um braço da Organização Mundial de Saúde (OMS). A agência, no entanto, ressaltou que, até agora, não foram registrados casos de problemas de saúde ligados ao uso do aparelho.

Segundo estimativas da agência, há mais de 5 bilhões de aparelhos celulares em operação no mundo.

O anúncio foi feito a partir da revisão de estudos médicos sobre o tema, feita por um grupo de 31 cientistas de 14 países. Os pesquisadores colocaram a radiação dos telefones móveis no mesmo nível de perigo que a emissão de gases vinda de automóveis, o chumbo e o clorofórmio, o "grupo 2-B", "possivelmente carcinogênico para humanos".

Os detalhes do levantamento serão publicados na edição de julho da revista médica "Lancet".

Em resumo: embora não haja até agora nenhum caso de câncer ligado ao uso de celulares, isso pode ocorrer no futuro, de acordo com a organização.

No ano passado, um estudo encomendado pela própria OMS não havia encontrado elos o bastante para justificar o risco aumentado para tumores entre usuários de telefones celulares.

Segundo a agência, não há estudos suficientes para garantir que a radiação de celulares é segura e há dados o bastante sobre os riscos para que os consumidores sejam alertados.

Conclusões
O grupo afirma que há evidências "limitadas" de aumento de risco para gliomas e neuromas -- o suficiente para a classificação no grupo 2-B, segundo o cientista Jonathan Samet, da Universidade do Sul da Califórnia, presidente do grupo de trabalho da Iarc.

"A conclusão é de que pode haver algum risco e portanto precisamos ficar atentos para um elo entre celulares e câncer", afirmou ele em nota.

Os cientistas não quantificaram o risco, mas Samet informou que um dos estudos analisados apresentou um risco aumentado de 40% para gliomas entre as pessoas que usavam celulares em média por 30 minutos por dia ao longo de 10 anos.

Outro lado
A GSMA, associação de operadoras de celular, comentou em nota o trabalho da Iarc. Segundo o texto, o relatório da Iarc diz que o perigo dos telefones celulares é "possível, mas não provável".

A associação diz que compreende a preocupação de alguns usuários, mas que os parâmetros de segurança atuais continuam válidos. A nota afirma ainda que os resultados divulgados pela Iarc não podem ser tratados como definitivos e requerem mais pesquisas.


ACREDITO QUE SIM, A RADIAÇÃO DO CANCER QUE PENETRA ATÉ O CÉREBRO PODE AFETAR A FASE ANAGENA E CAUSAR QUEDA OU EFEITOS DESVASTADORES SOBRE O APRAELHO PILOSSEBACEO.