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Todo profissional Tricoterapeuta Capilar legalizado na profissão deve exercer a profissão com zelo, diligência e honestidade, assertividade, observada as normas da associação e resguardados os interesses de seus clientes e/ou empregadores, sem prejuízo da dignidade e independência profissionais. Zelar e trabalhar pelo perfeito desempenho ético da Tricoterapia e pelo prestígio e bom conceito da profissão. A Tricoterapia capilar é uma evolução da terapia capilar e efetiva em trazer resultados. Necessita de Tricoterapeutas Capilares de nível educacional, ético e alto gabarito.

É NOSSA RESPONSABILIDADE:
O Tricoterapeuta Capilar é um especialista em tratamento capilar e trabalha com pessoas com patologias capilares que estão muitas vezes desiludidas por passar por outros profissionais e também muitas vezes, ansiosas, depressivas ou com seu emocional abalado.
Por isto, o Tricoterapeuta legalizado passa por fiscalização, está sempre se atualizando através de congressos, simpósios, palestras e encontros.
Ele trabalha com ÉTICA e RESPONSABILIDADE, seguindo as normas da ATT-BR que é a Associação dos Profissionais Tricoterapeutas de Minas Gerais.
Tudo isto para atender seus clientes com eficácia e principalmente trazer SATISFAÇÃO e RESULTADO.
Ao procurar um Terapeuta Capilar dê preferência para um Tricoterapeuta Legalizado associado à ATT-BR.

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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Tratamento da alopecia androgenética feminina

O cabelo não é fundamental para a sobrevivência orgânica do ser humano. No entanto, do ponto de vista estético, psicológico e social, sua integridade reflete no padrão cultural vigente, poderosa auto-estima, tornando inseguros e infelizes aqueles que o perdem.

A falta de cabelo tem representações in ternas que afetam a saúde global do indivíduo; sendo assim, vemos com grande entusiasmo as pesquisas cada vez mais constantes e inovadoras nessa área, sobretudo pela conquista de medicações eficazes. A mulher, ao contrário do que diz a crença popular, também desenvolve a calvície nos seus mais variados graus.

A calvície ou alopecia feminina, assim como a masculina, caracteriza-se por perda de cabelos com influência genética e hormonal, sendo, por isso, chamada de alopecia androgenética feminina (AAF).

Ela determina um processo de longa duração que provoca miniaturização dos fios de cabelos. O cabelo normal, em média a cada quatro anos, entra em processo de repouso (fase telógena) e queda, retornando com a mesma espessura para durar mais quatro anos.

O fio, nos indivíduos predispostos à calvície, volta cada vez mais fraco e fino, transformando-se progressivamente em uma penugem. Esta transformação lenta e gradual vai provocando a rarefação capilar.

A prevalência de queda de cabelos nas mulheres varia de 8% a 25%, conforme os trabalhos publicados. Alguns autores já demonstraram prevalência de 87% de calvície em mulheres na pré-menopausa. Esses casos, em geral, eram iniciais, sendo disfarçados pelo tipo de penteado. Nos casos iniciais, a maioria das mulheres não percebe nem se queixa, pois há rarefação muito discreta.

É sabido que existe predisposição hereditária para a alopecia desenvolver-se. No entanto, o tipo de herança não está bem esclarecido. Acredita-se que haja herança poligênica (vários genes envolvidos) com penetrancia e expressões ainda não muito precisas.

Além da hereditariedade, os hormônios masculinos também são responsáveis pelo desenvolvimento da calvície feminina e masculina. A mulher é particularmente suscetível a essa perda de cabelos, devido a variações hormonais.

Sendo assim, é freqüente o início da alopecia após o parto, na pré-menopausa e após descontinuação do uso da pílula anticoncepcional.

Os andrógenos têm receptores específicos no folículo capilar que, após serem preenchidos, iniciam a reação intracelular, envolvendo o DNA e desencadeando mecanismos provo cativos da alopecia. As mulheres também podem desenvolver esse quadro, com níveis de hormônios masculinos normais.

A calvície feminina tem localização diferente da do homem. Ela ocorre freqüentemente em toda a região superior do couro cabeludo, mantendo a linha frontal intacta. A mulher tem menos entradas do que o homem. A perda de cabelos também pode ter uma característica mais difusa, com comprometimento e afinamento mais geral dos cabelos, e pode ser desencadeada ou agravada por outros fatores, como: anemia, ferro sérico baixo, alterações dos hormônios tireoidianos, uso de drogas, emagrecimento, entre outros.

No tratamento, a alopecia feminina conta com maior número de recursos do que a masculina: além daqueles em comum, podem ser empregadas substâncias neutralizadoras dos hormônios masculinos, como os antiandrógenos. Convencionalmente, pode-se usar o minoxidil, já aprovado pela Food and Drug Administration (FDA). Os estrógenos têm papel protetor em relação à queda de cabelo feminino e, portanto, o hormônio 17 α-estradiol, um isômero do 17 β-estradiol, pode ser uma opção.

O acetato de ciproterona também pode ser empregado para neutralizar os efeitos dos andrógenos. Essa droga tem ação hormonal e, quando associada ao estradiol, age como um anticoncepcional.

Pode ser utilizada ainda a espironolactona (antagonista específi co da aldosterona), que compete com os hormônios masculinos, não necessitando, em geral, de complementação de hormônios femininos.

A finasterida, inibidor da 5 α-reductase II, é outro recurso possível nos estudos de fase III que demonstrou ser seguro e eficaz para o tratamento da calvície masculina. Ela interfere pouco na função hepática e não provoca alterações nos lipídeos. Sua ação não reduz o nível de testosterona circulante, mas sim a DHT intracelular.

É necessário o acompanhamento de um médico especialista para o tratamento com essas medicações. Geralmente, o paciente leva ao consultório muitas dúvidas, fantasias e ansiedades antes de iniciar o tratamento. Para que a medicação seja eficaz, é importante o entendimento do seu mecanismo de ação, dos efeitos colaterais possíveis e que resultado se pode esperar.

Além disso, é fundamental tratar a doença tireoidiana, assim como anemias ou deficiência de ferro.


TRICOTERAPIA- A EVOLUÇÃO DA TERAPIA CAPILAR

quinta-feira, 7 de julho de 2011

VALE A PENA FICAR COM OS CABELOS LISOS E COM CANCER?

Formol ou Formaldeído
O formol ou formaldeído, solução a 37%, é um composto líquido claro com várias aplicações, sendo usado normalmente como preservativo, desinfetante e antisséptico. Também é usado para embalsamar peças de cadáveres, mas é útil também na confecção de seda artificial, celulose, tintas e corantes, soluções de ureia, tioureia, resinas melamínicas, vidros, espelhos e explosivos. O formol também pode ser utilizado para dar firmeza nos tecidos, na confecção de germicidas, fungicidas agrícolas, na confecção de borracha sintética e na coagulação da borracha natural. É empregado no endurecimento de gelatinas, albuminas e caseínas. É também usado na fabricação de drogas e pesticidas.
Toxicidade
O formol é tóxico quando ingerido, inalado ou quando entra em contato com a pele, por via intravenosa, intraperitoneal ou subcutânea. Em concentrações de 20 ppm (partes por milhão) no ar causa rapidamente irritação nos olhos. Sob a forma de gás é mais perigoso do que em estado de vapor.
Carcinogenicidade (avaliação do potencial cancerígeno)
Em quatro instituições internacionais de pesquisa foi comprovado o potencial carcinogênico do formaldeido. 
 


  • Em 1995, a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC) classificou este composto como sendocarcinogênico para humanos (Grupo 1, julho 2004), tumorogênico, teratogênico por produzir efeitos na reprodução para humanos. Em estudos experimentais, demonstraram ser também para algumas espécies de animais.
  • Agência de Proteção Ambiental (EPA), dos EUA: “O composto foi avaliado pelo grupo de avaliação de carcinogenicidade da ACGIH e foi considerado suspeito de causar câncer em humanos “ [015,415,421].
  • Associação de Saúde e Segurança Ocupacional (OSHA), dos EUA: considera que o agente é suspeito de causar câncer para humanos.
  • O Programa Nacional de Toxicologia dos EUA (Fourth Annual Report on Carcinogens) de 1984 considerou que o formaldeído é um agente cancerígeno nas seguintes doses para ratos:por via oral, 1170 mg/kg/; por via dérmica 350 mg/kg e por via inalatória 15 ppm/6 horas

Sintomas em caso de intoxicaçãoA inalação deste composto pode causar irritação nos olhos, nariz, mucosas e trato respiratório superior [036, 151, 301,406]. Em altas concentrações pode causar bronquite, pneumonia ou laringite [036,151].
Os sintomas mais freqüentes no caso de inalação são fortes dores de cabeça, tosse, falta de ar, vertigem, dificuldade para respirar e edema pulmonar [215]. O contato com o vapor ou com a solução pode deixar a pele esbranquiçada, áspera e causar forte sensação de anestesia e necrose na pele superficial.
Longos períodos de exposição podem causar dermatite e hipersensibilidade, rachaduras na pele (ressecamento) e ulcerações principalmente entre os dedos; podem ainda causar conjuntivite [036,151].

O vapor de formaldeído irrita todas as partes do sistema respiratório superior e também afeta os olhos. A maioria dos indivíduos pode detectar o formol em concentrações tão baixas como 0.5 ppm e, conforme for aumentando a concentração até o atual limite de Exposição Máxima, a irritação se dá mais pronunciada.
Medições das concentrações de formaldeído no ar em laboratórios de anatomia no ar têm apontado níveis entre 0,07 e 2,94 ppm (partes por milhão). Uma relação entre a concentração e os sintomas podem ser feitos:
0,1 a 0,3 ppm: menor nível no qual tem sido reportada irritação;
0,8 ppm: limiar para o odor (começa a sentir o cheiro);
1 a 2 ppm: limiar de irritação leve;
2 a 3 ppm: irritação dos olhos, nariz e garganta;
4 a 5 ppm: aumento da irritação de membranas mucosas e lacrimejação significativa;
10 a 20 ppm: lacrimejação abundante, severa sensação de queimação, tosse, podendo ser tolerada por apenas alguns minutos (15 a 16 ppm pode matar camundongos e coelhos após 10 horas de exposição;
50 a 100 ppm: causa danos severos em 5 a 10 minutos (exposição de camundongos a 700 ppm pode ser fatal em duas horas). 
A ingestão causa imediata e intensa dor na boca e faringe [151]. Provoca dores abdominais com náuseas, vômito e possível perda de consciência [036,151,301]. Outros sintomas como proteinúria, acidose, hematemesis, hematúria, anúria, vertigem, coma e morte por falência respiratória também podem ser observados [031].
Ocasionalmente pode ocorrer diarréia (com possibilidade de sangue nas fezes), pele pálida, fria e úmida, além de sinais de choque como dificuldade de micção, convulsões, e estupor.
A ingestão também pode ocasionar inflamação e ulceração /coagulação com necrose na mucosa gastro-intestinal [151].

Também podem ser observadas lesões como corrosão no estômago e estrias esofágicas e colapso circulatório e nos rins após a ingestão. A inalação ou aspiração do produto pode provocar severas alterações pulmonares ao entrar em contato com o meio ácido estomacal [151]. Outras consequências são danos degenerativos no fígado, rins, coração e cérebro.[301, 455].

Intoxicação agudaNo estado líquido ou vapor é irritante para pele, olhos e mucosas. [036,151,301,406]. Também é um potente irritante do trato respiratório. É absorvido através da pele [169]. Pode causar lacrimejamento [455].
RecomendaçõesSegundo a OSHA, o limite máximo permitido de exposição contínua é de 5 ppm, sendo que, nos casos de pico, a concentração máxima deve ser de 10 ppm. A OSHA classificou o formol como irritante e com potencial cancerígeno.
O Criteria Document publicado pelo Instituto Nacional de Saúde e Segurança Ocupacional dos EUA (NIOSH) recomenda que o limite máximo presente no ar seja de 0.1 ppm/15M e o uso de luvas e máscaras durante a manipulação do produto. A máscara deve ter filtro especial para vapores orgânicos.
Informações adicionaisSendo um composto com suspeita de causar câncer em humanos, todo cuidado deve ser tomado durante a manipulação do formol. Deve ser estocado em temperatura ambiente, mas não inferior a 15º C (60 F). Deve ser protegido da luz e hermeticamente fechado para evitar contato com a atmosfera e com a luz.
Em caso de derramamento deve-se usar papel absorvente para retirada do líquido. Deve-se retirar toda a roupa contaminada e colocá-la em recipiente adequado para ser descontaminação Caso tenha havido contato com a pele, deve-se lavar a superfície com sabão e água.
Informações técnicas
Nome químico:: formaldeído a 37%
Fórmula química: CH2O
Fórmula estrutural: H2C=O
Sinônimos: formalina, formol, formalit, ivalon, Karsan, Lysoform, Oxometano, Oximetileno.
Informações físicoquímicas
Descrição: composto líquido claro
Peso molecular: 30.03
Ponto de ebulição: 96 C [031,036]
Solubilidade: água: >=100 mg/mL @ 20.5 C (RAD); DMSO : >=100 mg/mL @ 20.5 C (RAD); 95%; etanol : >=100 mg/mL @ 20.5 C (RAD); acetona : >=100 mg/mL @ 20.5 C (RAD)
Volatilidade : pressão de vapor: 93.60 mm Hg @ 38 C (RAD)
densidade do vapor: 1.0 [451]
flamabilidade: Este composto tem seu flash point em 85 C0 (185 F) (058). É um composto combustível.
pH: 2.8-4.0 [031]
Reatividade
O formol é um composto químico com enorme capacidade de redução, especialmente na presença de álcalis. É incompatível com amônia, álcalis, tanino, bissulfetos, preparações à base de ferro, prata, potássio e iodo. Reage com albumina, caseína, Agar-agar formando compostos insolúveis . É violentamente reativo com óxidos, nitrometano, carbonato de manganês e peróxidos.
EstabilidadePode se transformar em nuvem especialmente em baixas temperaturas. Pode sofrer oxidação na presença do ar e da luz.

FORMOL PODE CAUSAR CHOQUE ANAFILÁTICO

FORMOL: Verdades e Mentiras



Os perigos do uso de formol na escova progressiva

Alisar e amaciar os cabelos é o sonho de toda mulher, que deseja estar sempre bela. Para alcançar esse objetivo as clientes não medem esforços, porém o sonho pode virar pesadelo. Por isso, todo cuidado é pouco para manter a beleza dos fios sem danificá-los.

Esta foi uma das razões que colocou a escova progressiva sob suspeita e contribuiu para que esse tratamento capilar fosse condenado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), por conter formol em concentrações elevadas, que associado com o calor do secador gera vapores de formol altamente penetrantes, causando danos à saúde.

Os profissionais cabeleireiros desconhecem o risco que estão correndo além da possibilidade de haver no salão pessoas com algum tipo de problema, como deficiência respiratória, hipersensibilidade ao formol, olhos que passaram recentemente por cirurgias etc., que poderão vir a sofrer graves conseqüências ao entrar em contato com esses vapores, inclusive um choque anafilático que pode levar à morte por asfixia.

O formol é tóxico quando ingerido, inalado ou quando entra em contato com a pele. Sob a forma de gás é mais perigoso e causa rapidamente irritação nos olhos. É considerado um agente potencialmente cancerígeno pela OMS (Organização Mundial da Saúde). A inalação pode causar dor de cabeça, tosse, falta de ar e vertigem, entre outros sintomas. Em contato com a pele, causa vermelhidão e sensação de dormência. Pode causar dor de garganta e visão embaçada.

A Anvisa regulamenta os produtos cosméticos com o único objetivo de proteger a saúde dos usuários, portanto, até que se prove o contrário, o formol em percentual elevado, acima de 0,2%, não deverá conseguir registro junto ao Ministério da Saúde. Os agentes de saúde não podem ser coniventes com os danos que este produto pode vir a causar em pessoas desavisadas.

Para tentar esclarecer melhor sobre o assunto, segue abaixo algumas dúvidas mais comuns dos profissionais cabeleireiros, enviadas à redação da Cabeleireiros.com.


O que é formol e porque as escovas progressivas com ele são condenadas?

O formol ou formaldeído é uma substância utilizada para a conservação de outras substâncias e até de tecidos, utilizado principalmente em biópsias para impedir a degradação antes da análise. Por ser facilmente absorvido pelas mucosas pode ocasionar problemas sérios para a saúde da cliente e do profissional cabeleireiro. Por isso a condenação do uso de formol na escova progressiva. Além de causar danos à saúde, danifica a cutícula dos cabelos, que é a parte mais externa dos fios, e deixa o córtex, a parte interna, bastante vulnerável ao ressecamento e perda da cor.

Qual a quantidade de formol liberada pela Anvisa?

A quantidade é de 0,2%, com a função de conservante.

Comenta-se que algumas empresas estão conseguindo o registro de escova progressiva com uso de formol. Isto é verdadeiro?

Não. Algumas empresas utilizam o ácido fórmico somente para estabilizar o pH dos seus produtos, o que é permitido pela Anvisa. Acontece que alguns cabeleireiros, inescrupulosamente, misturam a estes produtos quantidades elevadas de formol, para atingir o objetivo de uma escova progressiva, o que se torna proibido pela Anvisa.

É verdade que o fio de cabelo pode ficar endurecido após várias aplicações?

Sim. O formol solubiliza óleos e, portanto, dissolve o cimento intercelular e a membrana celular que envolve as fibras de queratina tornando-as desprotegidas. A ausência desses componentes oleosos torna os cabelos endurecidos, sem maleabilidade e sem brilho.

Quem já usou produtos com formol, o que pode/deve fazer para recuperar a fibra?

O ideal é que sejam feitas diversas sessões de hidratação e que se utilize uma linha de manutenção rica em proteínas e ativos emolientes e condicionantes.

Como o consumidor pode se prevenir para não ser enganado quando for ao salão de beleza fazer escova progressiva?

O cheiro de formol é inconfundível e os olhos lacrimejam, a garganta e as narinas ficam irritadas e muitas pessoas começam a tossir. Sob a ação do calor, os vapores de formol se formam imediatamente e ocupam todo o espaço do salão.

Constatamos que em alguns salões pessoas estavam misturando formol, queratina e cremes e aplicando nas clientes. Qual sua opinião?

A cliente não deve permitir que isso aconteça, pois além dos perigos já citados, o formol forma um filme vítreo sobre o fio de cabelo e a proteína fica retida na superfície sendo responsável pelo brilho imediato, porém, logo nas primeiras lavadas esse filme é removido e, com ele, todos os nutrientes que estavam aprisionados no filme formado pelo formol, restando apenas as fibras de queratina totalmente desprotegidas.

Fique por dentro, profissional cabeleireiro, das recomendações da Anvisa:

Escova Progressiva, os Alisantes e o Formol

Escova progressiva é um método de alisamento capilar, e atual modismo, como foi a Escova Francesa, o Alisamento Japonês, a Escova Definitiva etc. Os métodos mudam de nome, mas significam a mesma coisa: alisamento de cabelo.

Os métodos não são registrados na Anvisa. Os produtos alisantes nestes métodos devem ser registrados e existem diversas marcas e tipos no mercado que atendem a esta exigência.

Aos desavisados freqüentadores de salões de beleza o que pode parecer uma solução milagrosa, para pôr fim aos cabelos crespos, para a saúde é uma grande ameaça. Em relação às denúncias envolvendo os riscos de alisantes clandestinos, produzidos a partir de concentrações elevadas de formol, principalmente no Rio de Janeiro, a Anvisa alerta sobre a necessidade de o consumidor tomar alguns cuidados básicos na escolha e uso desses produtos, considerados de risco potencial, por conter substâncias tóxicas que exigem controle rigoroso.

Quando o produto não é registrado, sua composição não foi avaliada e pode conter substâncias proibidas, ou de uso restrito, em condições e concentrações inadequadas, ou não permitidas, acarretando riscos à saúde da população.

O uso de formol, ácido fórmico, em alisantes capilares é proibido pela Anvisa, por ser prejudicial à saúde. Este ácido pode causar alergias, irritação aos olhos, vermelhidão, lacrimação e dermatites.

A Anvisa tem recebido inúmeras denúncias de casos ocorridos pelo uso indevido de alisantes, que causam sérios danos à saúde, como queimaduras no couro cabeludo, queda parcial ou total dos cabelos, lesões na córnea, problemas no trato respiratório e até morte por choque anafilático.

Salões de beleza e cabeleireiros inescrupulosos estão utilizando produtos irregulares, adulterados, acrescentando formol aos produtos prontos para o uso. Esta “manipulação” é inadequada e irregular. 

O consumidor, usuário de serviços desses estabelecimentos, deve ficar atento e procurar somente aqueles profissionais de sua confiança. Deve pedir todas as informações sobre o produto utilizado em seus cabelos. Lembre-se de que os alisantes têm algum cheiro, mas, o cheiro de formol é diferente por ser muito mais forte.


Os riscos do Formol:

Contato com a pele (couro cabeludo) - Tóxico. Causa irritação à pele, dor e queimaduras.

Contato com os olhos - Causa irritação, vermelhidão, dor, lacrimação e visão embaçada. Altas concentrações causam danos irreversíveis

Inalação - Pode causar câncer no aparelho respiratório. Pode causar dor de garganta, irritação do nariz, tosse, diminuição da freqüência respiratória, irritação e sensibilização do trato respiratório. Pode ainda causar graves ferimentos nas vias respiratórias, levando ao edema pulmonar e pneumonia. Fatal em altas concentrações.

Exposição crônica - A freqüente ou prolongada exposição pode causar hipersensibilidade, levando às dermatites. O contato repetido ou prolongado pode causar reação alérgica, debilitação da visão e aumento do fígado.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

NOVO SITE NO AR

JÁ ESTÁ NO AR O SITE DA TRICOTERAPEUTA ELIUD;

www.tricoterapiabrasil.com.br

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Tomar multivitamínicos pode causar câncer e causar queda capilar


Nos últimos tempos, as vitaminas antioxidantes têm sido vistas como os super-herois da saúde, mocinhos sempre prontos para combater os vilões do organismo, chamados radicais livres. Este discurso foi sendo repetido pelo senso comum da medicina popular ao longo da última década, até chegar ao ponto em que estamos, onde os consumidores o repetem sem saber o que significa.
Assim, as pessoas passaram a comprar, por preços salgados, concentrados dessas substâncias (em geral, os comprimidos de vitaminas), que são encontradas em alimentos naturais como frutas, legumes e cereais. Cientistas de um instituto de saúde de Los Angeles (EUA) descobriram que as pílulas concentradas de vitaminas C e E podem aumentar o risco de câncer.
Os radicais livres são produzidos naturalmente pelo corpo, mas são danosos aos nossos tecidos, o que acelera o envelhecimento. Como possuem vitaminas (antioxidantes), as frutas e verduras foram elevadas ao status de elixir da longa vida há algumas décadas, pois combatem a acumulação de radicais. Buscando aumentar o efeito, a indústria alimentícia passou a produzir comprimidos com as vitaminas puras. E tudo foi propagandeado como o mais eficaz combate ao envelhecimento.
Nos anos, 90, contudo, descobriu-se o primeiro efeito negativo das tais pílulas milagrosas: aumentam as chances de câncer no pulmão. Agora, outros males estão sendo revelados: as vitaminas C e E, em excesso, atrapalham no reparo do DNA, o que pode comprometer a síntese de substâncias vitais para o corpo.
Além disso, descobriu-se que os radicais livres não são de todo ruins. Eles são úteis para evitar justamente o problema que as pílulas vitamínicas proporcionam: o câncer. Os radicais livres inibem a eventual criação e crescimento de alguns tumores cancerígenos.
Eis o conselho dos médicos: não consumir esses multivitamínicos. O nível de vitaminas no corpo humano pode ser mantido no nível ideal com uma dieta normal de frutas e verduras. Mesmo exagerado, o consumo de vegetais não provoca os efeitos prejudiciais dos comprimidos. Em alguns casos, sem dúvida, o natural é o melhor. Nada, nenhum tipo de tablete, pílula ou cápsula pode substituir uma dieta saudável ou compensar uma má dieta. Para uma boa nutrição e boa saúde a solução é simples: alimentação rica em nutrientes como frutas, vegetais e grãos.

UM EXEMPLO DO RISCO QUE SE CORRE AO INGERIR VITAMINA EM EXCESSO

O excesso de vitamina A, uma situação freqüente em pessoas que ingerem vitaminas deliberadamente, pode causar manifestações clinicas desagradáveis e até perigosas.

A intoxicação por vitamina A poder ser aguda ou crônica. A ingestão prolongada de 30 mg/dia de retinol, durante 6 meses ou mais, provoca intoxicações. Algumas pessoas mesmo com 10 mg/dia já apresentam sintomas. Em crianças, 7,5 a 15 mg/dia durante um mês já produz manifestações de toxicidade. Para acontecer uma intoxicação aguda são necessários, para um adulto, 500 mg; para um jovem, 100 mg; e para uma criança, 30 mg.

Pela ingestão exagerada podem surgir manifestações como pele seca, áspera e descamativa, fissuras nos lábios, ceratose folicular, dores ósseas e articulares, dores de cabeça, tonturas e náuseas, queda de cabelos, cãibras, lesões hepáticas e paradas do crescimento além de dores ósseas. Podem surgir também falta de apetite, edema, cansaço, irritabilidade e sangramentos. Aumentos do baço e fígado, alterações de provas de função hepática, redução dos níveis de colesterol e HDL colesterol também podem ocorrer. Já foram observados casos de envenenamento fatais pela ingestão de fígado de urso polar. Grande cuidado deve ser dado a produtos que contenham o ácido retinóico usado no tratamento do acne.

Doses recomendadas - 1 mg por dia para pessoas normais. Para mulheres grávidas, pessoas com distúrbios de digestão das gorduras, diabete, idosos e alcoólatras são recomendas doses 25 a 50% maiores.

ALERTAS:

            Existem estudos realizados com voluntários em que se observou que a ingestão exagerada e prolongada de vitamina A aumentou incidência de câncer, principalmente o de mama e intestino grosso. Isso ainda não está plenamente confirmado.
            A ingestão em excesso de pode levar a um aumento na incidência de fraturas de colo de fêmur.
            A ingestão do dobro das necessidades diárias em mulheres grávidas está associada a uma maior incidência de defeitos congênitos específicos das crianças. Essa também é uma assertiva que necessita ser confirmada.
            Sugestão final - se você é uma pessoa normal, com alimentação normal, evite a suplementação de vitamina A. Se apresentar alguma manifestação sugestiva de carência dessa vitamina, consulte o seu médico e peça orientação.


Manifestações de excesso vitamina E: a vitamina E mesmo em altas doses não é tida como tóxica, mas, se ingerida em excesso, pode, eventualmente, competir na absorção e reduzir a disponibilidade das outras vitaminas lipossolúveis, além do ferro dos alimentos, e, assim, colaborar para o desencadeamento de anemias. Observou-se ainda que altas doses de Vitamina E aceleram a progressão de retinite pigmentosa.


Manifestações de excesso VITAMINA K3: a vitamina K3 em altas doses pode provocar anemia e lesões no fígado.

Manifestações de excesso VITAMINA D: doses exageradas de vitamina D provocam a hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue) o que favorece o depósito de cálcio nos vasos (arteriosclerose) e ainda a eliminação aumentada de cálcio na urina o que por sua vez favorece a formação de cálculos urinários. Altos teores de cálcio no sangue alteram as funções do coração e dos nervos.

Manifestações de excesso VITAMINA C: formação de cálculos nos rins. Note-se que a dose diária recomendada é de 60 mg/dia. Alguns produtos comerciais contêm até 2000 mg por comprimido, o que significa a ingestão de 35 ou mais vezes o dose diária recomenda.





quarta-feira, 29 de junho de 2011

RADIAÇÃO DE CELULAR PODE CAUSAR QUEDA DE CABELO?


Radiação de telefones celulares pode causar câncer, segundo a Organização Mundial da Saúde
Não há, no entanto, casos confirmados ligados ao uso do aparelho.
Anúncio foi feito a partir de análises de estudos científicos.

Do G1, em São Paulo
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A radiação eletromagnética vinda de telefones celulares pode causar um tipo de câncer no cérebro, de acordo com anúncio feito nesta terça-feira (31), na França, pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc, na sigla em inglês), um braço da Organização Mundial de Saúde (OMS). A agência, no entanto, ressaltou que, até agora, não foram registrados casos de problemas de saúde ligados ao uso do aparelho.

Segundo estimativas da agência, há mais de 5 bilhões de aparelhos celulares em operação no mundo.

O anúncio foi feito a partir da revisão de estudos médicos sobre o tema, feita por um grupo de 31 cientistas de 14 países. Os pesquisadores colocaram a radiação dos telefones móveis no mesmo nível de perigo que a emissão de gases vinda de automóveis, o chumbo e o clorofórmio, o "grupo 2-B", "possivelmente carcinogênico para humanos".

Os detalhes do levantamento serão publicados na edição de julho da revista médica "Lancet".

Em resumo: embora não haja até agora nenhum caso de câncer ligado ao uso de celulares, isso pode ocorrer no futuro, de acordo com a organização.

No ano passado, um estudo encomendado pela própria OMS não havia encontrado elos o bastante para justificar o risco aumentado para tumores entre usuários de telefones celulares.

Segundo a agência, não há estudos suficientes para garantir que a radiação de celulares é segura e há dados o bastante sobre os riscos para que os consumidores sejam alertados.

Conclusões
O grupo afirma que há evidências "limitadas" de aumento de risco para gliomas e neuromas -- o suficiente para a classificação no grupo 2-B, segundo o cientista Jonathan Samet, da Universidade do Sul da Califórnia, presidente do grupo de trabalho da Iarc.

"A conclusão é de que pode haver algum risco e portanto precisamos ficar atentos para um elo entre celulares e câncer", afirmou ele em nota.

Os cientistas não quantificaram o risco, mas Samet informou que um dos estudos analisados apresentou um risco aumentado de 40% para gliomas entre as pessoas que usavam celulares em média por 30 minutos por dia ao longo de 10 anos.

Outro lado
A GSMA, associação de operadoras de celular, comentou em nota o trabalho da Iarc. Segundo o texto, o relatório da Iarc diz que o perigo dos telefones celulares é "possível, mas não provável".

A associação diz que compreende a preocupação de alguns usuários, mas que os parâmetros de segurança atuais continuam válidos. A nota afirma ainda que os resultados divulgados pela Iarc não podem ser tratados como definitivos e requerem mais pesquisas.


ACREDITO QUE SIM, A RADIAÇÃO DO CANCER QUE PENETRA ATÉ O CÉREBRO PODE AFETAR A FASE ANAGENA E CAUSAR QUEDA OU EFEITOS DESVASTADORES SOBRE O APRAELHO PILOSSEBACEO.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Efeitos adversos da coloração de cabelo


Os deuses e os heróis da antiga Grécia tinham cabelos loiros. Isso fazia que o homem comum quisesse também ter os cabelos claros, utilizando para isso abrasivos que às vezes causavam danos aos fios.

Os romanos eram fascinados por corantes capilares, e especula-se que eles tinham mais de 100 diferentes fórmulas que eram utilizadas para alterar a cor dos fios. O problema é que eles só conheciam tinturas que escureciam e não clareavam os cabelos, baseadas em castanhas, cascas de ovos, alho poró cozido e outros ingredientes naturais. Os primeiros homens saxônios tingiam os cabelos e a barba de azul, vermelho, verde ou laranja. Na época da rainha Elizabeth I, surgiu a moda dos cabelos laranja-avermelhados para homens e mulheres.

Em 1907, um cabeleireiro de Paris visitou a Escola de Engenharia Química da Sorbonne, na França, e pediu para que lá fosse desenvolvido um produto que pudesse ser usado para colorir cabelos. Sua solicitação teve resposta negativa, com o adendo de que esse tópico não era relevante para a sociedade. Mas, naquela ocasião, lá havia um aluno que percebeu a magnitude do problema e, um ano depois, fundou uma empresa que hoje é a maior do mundo em seu segmento. O nome dele era Eugène Schueller e a sua empresa chama-se L´Oréal!

O fato é que, em 1950, apenas 7% das mulheres norte-americanas coloriam os cabelos. Hoje, esse número passa de 80% e deve aumentar, à medida que as tinturas se firmam como agentes tratadores dos fios. Como as pessoas associam cabelos grisalhos à idade avançada, mais e mais homens e mulheres vão em busca desse tipo de procedimento.

Outra novidade é que a população asiática, que tem cabelo escuro monótono, a partir da década de 90 começou a procurar agentes clareadores como forma de destacar-se na multidão.

A coloração de cabelo envolve a utilização de substâncias químicas capazes de remover, substituir e, ou, encobrir pigmentos encontrados naturalmente no interior dos fios. O uso desses produtos químicos pode resultar em uma série de efeitos adversos, incluindo irritação na pele e alergia temporária, quebra de cabelo, descoloração da pele e resultados inesperados na cor do cabelo.

Além disso, há um debate em curso sobre as consequências mais graves, na área da saúde, com o uso da cor no cabelo, incluindo envenenamento por chumbo.

Os sintomas na pele podem incluir vermelhidão, feridas, prurido, sensação de ardor e desconforto. Se algum desses sintomas aparecer, o colorista de cabelo deve imediatamente remover a cor. Os sintomas nem sempre vão estar presentes na hora da primeira aplicação, porém podem surgir várias horas ou mesmo um dia após esse procedimento.
Para ajudar a evitar ou limitar as reações alérgicas relacionadas à maioria dos produtos de cor do cabelo, recomenda-se realizar um teste antes do uso do produto: misturar uma pequena quantidade de preparação da tintura e aplicá-la diretamente sobre a pele, deixando-a nesta durante 48 horas. Se a irritação persistir, os fabricantes recomendam ao cliente não utilizar o produto. Um teste de repetição na pele é recomendado antes do uso de cada processo de coloração, uma vez que as alergias podem desenvolver-se mesmo após anos de uso sem reação.

As reações adversas podem ocorrer em casa e no salão de cabeleireiro, pois produtos químicos similares são usados em ambas as configurações. Em alguns casos, reações alérgicas são causadas por derivados de anilina e ou p-fenilenodiamina (PPD).

Às vezes, o cabelo fica danificado por causa da exposição excessiva a produtos químicos. Isso resulta em cabelos secos, ásperos e frágeis. Em casos extremos, o cabelo pode ser tão danificado que se quebra completamente. Isso é especialmente verdadeiro para o cabelo afro, especialmente se o produto químico for utilizado em combinação com relaxantes. Tratamentos médicos podem estar disponíveis para cuidar dos fios, mas a melhor solução é parar o uso de produtos químicos até a recuperação do cabelo.
É aconselhável que, periodicamente, cabelos coloridos sejam intensamente condicionados e lavados, sendo esse condicionamento feito com produtos suaves projetados especificamente para cabelos tingidos. Isso ajudará a manter os cabelos intactos, e garantirá que a cor não desbote rapidamente.

As últimas notícias nessa área são muito boas. Não só a indústria está muito preocupada com a qualidade de seus produtos, como existe uma corrente na direção de qualificar as tinturas não só como cosméticos de embelezamento, mas também de tratamento para os cabelos.

O Tricoterapeuta Capilar qeu exerce a oprofissão de cabeleireiro trabalha sob nova ótica em relação à coloração capilar pois o mesmo interage com o produto químico, diminuindo sua agressividade, e preprar o cabelo antes da química e no pós química.
Antes ele consulta para ter certeza se o cabelo realmente pode passar pelo processo químico.
Um trabalho eficiente e completo.


Tricoterapia: a evolução da Terapia Capilar

quinta-feira, 16 de junho de 2011

FDA bane uso dos termos 'bloqueador solar' e 'à prova d'água' em protetores

Conjunto de exigências para protetores solares será adotado a partir de 2012, mas vigilância sanitária já chama atenção para as regras


Os Estados Unidos adotaram novas regras para os protetores solares que serão vendidos a partir de junho de 2012, mas já anteciparam alertas aos consumidores para este verão, que começa, no Hemisfério Norte, no próximo dia 21.

A vigilância sanitária americana (FDA) decidiu banir as expressões "bloqueador solar", "à prova d"água" e "à prova de suor" das embalagens, por considerá-las como enganadoras. Somente serão considerados como protetores solares os que apresentarem em sua fórmula no mínimo o fator de proteção 15 e também substâncias capazes de qualificá-los como um produto de "amplo espectro" (mais informações nesta página).

De acordo com relatório da FDA, o fator de proteção solar (FPS) somente é capaz de diminuir a absorção de raios ultravioletas de ondas médias, os UVB, causadores de vermelhidão na pele exposta ao sol. Porém, o FPS 15 ou superior não são capazes de oferecer proteção contra os UVA, raios de ondas longas. Daí a exigência do FDA da presença dos ingredientes de "amplo espectro" nos protetores solares a partir do ano que vem.

A mudança nos padrões da fórmula e das embalagens de protetores solares se deve ao elevado risco de a exposição ao sol provocar câncer e envelhecimento da pele. Nos EUA, esse é o tipo mais comum de câncer. A cada ano, 2 milhões de novos casos de câncer de pele, excluídos os de melanoma, são registrados no país. Mais agressivo, o melanoma foi detectado em mais de 68 mil casos de doenças de pele no ano passado, segundo dados da Sociedade Americana de Câncer.

"Muitos casos de câncer de pele são causados pela exposição ao sol. O FDA estimula os consumidores a se proteger. Eles não devem apenas aplicar e reaplicar o protetor solar, mas também limitar sua exposição ao sol", afirmou Janet Woodcock, diretora do Centro para Avaliação de Drogas e de Pesquisa do FDA.

Ao banir a expressão "bloqueador solar", o FDA emitiu um sério alerta sobre a incapacidade de qualquer produto à venda no mercado americano de proteger integralmente o consumidor dos efeitos nocivos dos raios UVA e UVB. No máximo, esses produtos são capazes de proteger a pele se forem usados de maneira correta.

O FDA recomendou fortemente o uso de chapéu e de roupas apropriadas em situações de exposição direta ao sol e também a reutilização do protetor solar a cada 40 minutos ou 80 minutos, dependendo da qualificação. A reaplicação deve ser feita depois de cada banho - em piscina ou no mar - e durante a prática de esportes ao ar livre, porque o contato com a água e com o suor diminui a ação dos protetores.

Segundo Janet Woodcock, as novas regras foram adotadas como resultado de uma avaliação de dados de protetores solares, de requisitos para as embalagens e de testes de desenvolvimento dessas substâncias.

Na lógica do FDA, a iniciativa implicará em esforço de modernização da informação oferecida pela indústria aos consumidores sobre os benefícios de seus produtos.

"Essas mudanças nas embalagens são importantes para ajudar os consumidores a ter as informações que precisam para escolher corretamente a proteção solar", afirmou Janet.






quarta-feira, 15 de junho de 2011

A IMPORTÂNCIA DE SE COLOCAR NO LUGAR DO TRICOPACIENTE

Esta semana meu cabelo passou por várias situações inusitadas.
Estava gravando a nova abertura do meu programa e tinha várias cenas a serem feitas. Eu tive que fazer rolinho, escovar e pranchar.
O pior que no decorrer do dia meu cabelo foi pranchado mais de uma vez.
A última vez que o meu cabelo foi pranchado era uma cena que eu saía da água.
Na verdade era a última cena que estava gravando.
Só que estava um frio horrível, pois em Minas está muito gelado e a piscina nem se fala!!!!!!!!!!!
Para fazer esta cena, meu cabelo sofreu muito, pois ele foi novamente pranchado, teve que passar mousse e emplastar todo o cabelo com pomada. o motivo é que a cena seria feita ao contário e meu cabelo teria que ficar com aspecto de molhado e ao mesmo tempo não poderia voltar os cachos. Fora isto ainda tinha a água da piscina que por si só já resseca o cabelo.
No momento que acabou a gravação peguei no meu cabelo e ele esta simplesmente duro, emplastado, hidrofóbico, simplesmente horrível.
Foi nesta hora que me coloquei no lugar das pessoas com o cabelo numa situação semelhante a esta.
Imagino o quanto esta pessoa iria gastar com cosméticos, procurar cabeleirreiros ou outros profissionais e dificilmente conseguiria resolver o problema capilar.

Mas voltando ao meu caso, graças a Deus cheguei em casa e molhei meu cabelo com água da torneira, passei a Limpeza Química deixando agir por 20 minutos e logo após enxaguei muito o cabelo e lavei com o Higienizante anti-resíduos. Passei 3 mãos do mesmo.
Logo após usei a S.O.S. Máscara Intensiva de resultado  imediato.
Meu cabelo ficou fantástico e voltou a ser saudável, além de ter ficado com os cachos bem definidos.
Como é bom saber que tem bons produtos no mercado, que tem bons profissionais que trabalham com estes produtos e que é muito importante colocarmos no lugar dos nossos tricopacientes.
Uma verdadeira aula prática onde pude ser tricopaciente, Tricoterapeuta e ao mesmo tempo avaliar o quanto a ciência da Tricoterapia é de suma importância para o processo de cura dos cabelos.
Amei a experiência!!!!!!!!!!!!!

Att.
Maísa